Um dos cartões postais de Itarantim, a Água Sumida, que moradores e visitantes costumam visitar, está sendo alvo de muitas críticas na cidade. De acordo com informações de pessoas que foram ao local, a parte de baixo, onde as pessoas costumam se banhar no espaço conhecido como caldeirão, se tornou propriedade privada. Segundo relatos, as pessoas estão sendo proibidas de adentrar esse espaço por um local que antes era acessível.
Ainda de acordo com algumas informações selecionadas pela redação do Crônica Itarantim, crimes ambientais estão sendo praticados neste local, além do proprietário proibir a passagem. Em outra oportunidade, nossa redação esteve no local e presenciou diversos crimes ambientais, como uma caixa plástica dentro da água, além de muita sujeira e o espaço mal cuidado.
A Água Sumida é o único local de lazer e histórico que Itarantim tem, conhecido em toda a região, mas esse impasse vem causando transtornos para frequentadores e visitantes que vêm a Itarantim neste período de final de ano. Eles estão encontrando resistência por parte dos proprietários que adquiriram parte do espaço e construíram um bar na localidade.
Apesar de todas as críticas e denúncias dos moradores e visitantes, a Secretaria de Meio Ambiente do município não se manifestou sobre o assunto, sendo este o órgão responsável por fiscalizar e regulamentar essa questão no território de Itarantim, especialmente em um local bastante frequentado por banhistas e turistas.
A situação da Água Sumida em Itarantim é preocupante, especialmente com as restrições impostas aos visitantes e os relatos de crimes ambientais. A transformação de um espaço público em propriedade privada, junto com a falta de manutenção, pode prejudicar tanto a comunidade quanto o turismo.
– Propriedade Privada: O acesso ao caldeirão, antes aberto, agora é restrito.
– Crimes Ambientais: A presença de lixo e a falta de cuidados são alarmantes.
– Silêncio das Autoridades: A Secretaria de Meio Ambiente orgão da Prefeitura não se pronunciou, deixando a situação sem solução.
É fundamental que a comunidade se una para exigir respostas e ações das autoridades competentes.