Coluna “Fogo no Parquinho”: Declaração controversial do secretário, vereadores xingados e a dívida da Prefeitura com a Embasa

A coluna “Fogo no Parquinho” desta sexta-feira, 27 de março, traz três assuntos polêmicos que envolvem a política do nosso município e geraram discussões na comunidade.
Um dos temas que gerou uma polêmica negativa foi a fala do Secretário de Educação, Laudisônio, que, em uma declaração infeliz, feriu a dignidade dos estudantes com transtornos do espectro autista. Dizem que o secretário fez algumas referências sobre os casos de crianças autistas no município, o que revoltou alguns pais, que prometeram recorrer ao Ministério Público. A infeliz declaração do secretário, cuja função é elaborar projetos que acolham esses estudantes, pegou mal e sua permanência na pasta pode ser comprometida daqui para frente.
Briga do prefeito e três vereadores:
Dizem que o prefeito Fábio Gusmão, mais uma vez, humilhou três vereadores de sua base. As más línguas afirmam que o incidente ocorreu em uma reunião. O prefeito nunca foi um bom aliado para os vereadores; há rumores de que alguns deles já foram até ele com pires na mão e ajoelhados. Pedindo e com medo.
Projeto do prefeito e a dívida com a Embasa:
O prefeito precisa dos vereadores. O gestor enviou à Câmara um projeto que prevê o pagamento de uma dívida que a Prefeitura tem com a Embasa. O prefeito deseja parcelar uma dívida antiga da Prefeitura com a Embasa e busca a aprovação dos vereadores. Dizem na comunidade que tem vereadores que se venderam!. O que mais chama a atenção é essa relação desgastada que o prefeito mantém com os vereadores. O que transparece é que, apesar de humilhá-los, ele (o prefeito) acredita que pode confiar neles para a aprovação dos projetos do Executivo. Coisa estranha essa relação, parece que vereador gosta sadomasoquismo!
Sessão extraordinária para aprovar o pagamento da dívida com a Embasa:
Na sessão extraordinária e de urgência realizada nesta sexta-feira, 27 de março, convocada para um projeto do executivo, os vereadores se envolveram no assunto. A oposição e a situação debateram a urgência do projeto. O vereador Zeza apresentou um argumento e disse que não votava a favor. Após uma reunião (paralelo a sessão) com os demais vereadores, Zeza insinuou que eles já estavam comprometidos em aprovar o projeto do prefeito. Será Zeza e Dudu os únicos vereadores de oposição na casa?.
O que gerou mais estranheza e desconfiança foi a questão dos posicionamentos dos vereadores: quem, de fato, é oposição?
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