A Prefeitura de Itarantim instaurou um processo administrativo no âmbito da Prefeitura Municipal para apurar fatos que foram encaminhados pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA). Na publicação do Diário Oficial da Prefeitura (DOP), do último dia 19 de fevereiro, informa que instituirá uma Comissão Permanente de Processo Administrativo e Disciplinar (CPPAD) para apurar os fatos e resguardar os princípios constitucionais da legalidade, moralidade e impessoalidade no processo legal.
A publicação gerou algumas dúvidas, já que o documento não especifica o assunto. O que pode ser é o ocorrido no ano passado na Secretaria de Educação, das acusações de “rachadinha” no âmbito da Prefeitura, em que uma funcionária municipal acusou que algumas pessoas que ocupam cargo comissionado estavam praticando “rachadinha”. A acusação foi feita em uma sessão da Câmara de Vereadores, onde a funcionária usou a tribuna para citar nomes de pessoas da Prefeitura que estavam na prática de “rachadinha”.
Ela ainda afirmou que todos os documentos comprobatórios já haviam sido encaminhados ao Ministério Público. Lembrando que o caso foi debatido na Câmara de Vereadores naquele momento, alguns vereadores chegaram até a falar em uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que seria aberta com a assinatura de alguns vereadores; no entanto, para finalizar o processo de assinatura, segundo algumas informações, alguns vereadores retiraram a assinatura e o processo não teve andamento.
Uma parte do documento que dá a entender que o indício seja o assunto das rachadinhas é quando cita que a comissão deverá analisar de forma documental a folha de pagamento e os registros da Prefeitura. A redação do portal Crônicas de Itarantim irá acompanhar todos os detalhes sobre o assunto, trazendo informações sobre este caso.