{"id":165487,"date":"2024-07-31T12:04:50","date_gmt":"2024-07-31T15:04:50","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cronicasdeitarantim.com.br\/v1\/?p=165487"},"modified":"2024-07-31T12:04:50","modified_gmt":"2024-07-31T15:04:50","slug":"boa-noticias-taxa-de-desemprego-cai-e-registra-melhor-resultado-em-um-segundo-trimestre-desde-2014","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cronicasdeitarantim.com.br\/v1\/2024\/07\/31\/boa-noticias-taxa-de-desemprego-cai-e-registra-melhor-resultado-em-um-segundo-trimestre-desde-2014\/","title":{"rendered":"Boa not\u00edcias! Taxa de desemprego cai e registra melhor resultado em um segundo trimestre desde 2014"},"content":{"rendered":"<div class=\"conteudo_post\">\n<p>A Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios (PNAD) Cont\u00ednua, divulgada nesta quarta-feira (31), revela que a taxa de desemprego no Brasil foi de 6,9% no segundo trimestre, encerrado em junho, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). O resultado, \u00e9 o melhor registrado em um trimestre encerrado em junho desde 2014 (6,9%). Na s\u00e9rie compar\u00e1vel, \u00e9 a menor taxa desde o quarto trimestre de 2014 (6,6%).<\/p>\n<p>Segundo mat\u00e9ria do g1, em um comparativo com o trimestre imediatamente anterior, encerrado em mar\u00e7o, houve queda de 1 ponto percentual (p.p.) na taxa de desocupa\u00e7\u00e3o, que era de 7,9%. No mesmo trimestre de 2023, a taxa era de 8%. Com os resultados, o n\u00famero absoluto de desocupados teve queda de 12,5% contra o trimestre anterior, atingindo 7,5 milh\u00f5es de pessoas. Na compara\u00e7\u00e3o contra o mesmo trimestre de 2023, o recuo \u00e9 de 12,8%.<\/p>\n<p>A taxa de popula\u00e7\u00e3o ocupada, estimada em 101,8 milh\u00f5es de pessoas \u2014 novo recorde da s\u00e9rie hist\u00f3rica iniciada em 2012, tamb\u00e9m apresentou alta em junho, de 1,6%. No ano, o aumento foi de 3%, com mais 2,9 milh\u00f5es de pessoas ocupadas. J\u00e1 no recorte relacionado a pessoas ocupadas na popula\u00e7\u00e3o em idade de trabalhar \u2014 chamado de n\u00edvel da ocupa\u00e7\u00e3o \u2014 foi estimado em 57,8%, aumento de 0,8 p.p. do trimestre anterior. Em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano anterior, a alta \u00e9 de 1,2 p.p.<\/p>\n<p>Na soma de ocupados e desocupados, nome dado ao grupo de n\u00famero de pessoas dentro da for\u00e7a de trabalho, teve alta de 1,7%, estimado em 109,4 milh\u00f5es. A popula\u00e7\u00e3o fora da for\u00e7a totalizou 66,7 milh\u00f5es, est\u00e1vel em rela\u00e7\u00e3o ao per\u00edodo anterior.<\/p>\n<p><strong>Veja os destaques da pesquisa<\/strong><\/p>\n<p>Taxa de desocupa\u00e7\u00e3o: 6,9%<\/p>\n<p>Popula\u00e7\u00e3o desocupada: 7,5 milh\u00f5es de pessoas<\/p>\n<p>Popula\u00e7\u00e3o ocupada: 101,8 milh\u00f5es<\/p>\n<p>Popula\u00e7\u00e3o fora da for\u00e7a de trabalho: 66,7 milh\u00f5es<\/p>\n<p>Popula\u00e7\u00e3o desalentada: 3,3 milh\u00f5es<\/p>\n<p>Empregados com carteira assinada: 38,380 milh\u00f5es<\/p>\n<p>Empregados sem carteira assinada: 13,797 milh\u00f5es<\/p>\n<p>Trabalhadores por conta pr\u00f3pria: 25,5 milh\u00f5es<\/p>\n<p>Trabalhadores dom\u00e9sticos: 5,8 milh\u00f5es<\/p>\n<p>Trabalhadores informais: 39,3 milh\u00f5es<\/p>\n<p>Taxa de informalidade: 38,6%<\/p>\n<p><strong>Carteira assinada e sem carteira batem recorde<\/strong><\/p>\n<p>O IBGE registrou novamente recordes nos n\u00fameros de trabalhadores com e sem carteira assinada. O n\u00famero absoluto de profissionais empregados com carteira assinada chegou a 38,380 milh\u00f5es, o maior patamar da s\u00e9rie hist\u00f3rica da PNAD Cont\u00ednua, iniciada 2012. Em compara\u00e7\u00e3o com o trimestre anterior, a alta foi de 1%, agregando 397 mil pessoas ao grupo. Contra o mesmo trimestre do ano passado, o ganho \u00e9 de 4,4%, o que equivale a 1,6 milh\u00e3o de trabalhadores a mais.<\/p>\n<p>J\u00e1 o n\u00famero de empregados sem carteira s\u00e3o de 13,797 milh\u00f5es, tamb\u00e9m recorde. A alta registrada no trimestre foi de 3,1%, com aumento de 410 mil trabalhadores no grupo. No comparativo com 2023, houve aumento de 5,2%, ou de 688 mil pessoas. A taxa que trata dos desocupados, quem poderia trabalhar mais e quem n\u00e3o quer trabalhar com toda a for\u00e7a de trabalho, nomeada de \u2018subutiliza\u00e7\u00e3o\u2019, manteve tend\u00eancia de baixa.<\/p>\n<p>S\u00e3o 19 milh\u00f5es de pessoas subutilizadas no pa\u00eds, o que gera uma taxa de 16,4% de subutiliza\u00e7\u00e3o, sendo outra a registrar o menor n\u00famero para o trimestre, neste caso desde 2014. Ela registra queda de 1,5 p.p. contra o trimestre anterior e de 1,4 p.p. na compara\u00e7\u00e3o anual.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o a popula\u00e7\u00e3o desalentada, a queda foi de 3,3 milh\u00f5es, em seu menor contingente desde o trimestre encerrado em junho de 2016 (3,2 milh\u00f5es). H\u00e1 recuo de 9,6% no trimestre e de 11,5% contra o mesmo per\u00edodo de 2023.<\/p>\n<p><strong>Rendimento registra alta<\/strong><\/p>\n<p>O rendimento real habitual teve alta de 1,8% frente ao trimestre anterior, e passou a R$ 3.214. Na compara\u00e7\u00e3o anual, o crescimento foi de 5,8%.<\/p>\n<p>J\u00e1 a massa de rendimento real habitual foi estimada em R$ 322,6 bilh\u00f5es, mais um recorde da s\u00e9rie hist\u00f3rica do IBGE. O resultado teve ganho de 3,5% frente ao trimestre anterior, e cresceu 9,2% na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo trimestre do ano passado. (Com informa\u00e7\u00f5es do Bahia.ba).<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"div-share\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios (PNAD) Cont\u00ednua, divulgada nesta quarta-feira (31), revela que a taxa de desemprego no Brasil foi de 6,9% no segundo trimestre, encerrado em junho, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). O resultado, \u00e9 o melhor registrado em um trimestre encerrado em junho desde 2014 (6,9%). Na s\u00e9rie compar\u00e1vel, \u00e9 a menor taxa desde o quarto trimestre de 2014 (6,6%). Segundo mat\u00e9ria do g1, em um comparativo com o trimestre imediatamente anterior, encerrado em mar\u00e7o, houve queda de 1 ponto percentual (p.p.) na taxa de desocupa\u00e7\u00e3o, que era de 7,9%. 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