{"id":162673,"date":"2024-03-28T21:33:45","date_gmt":"2024-03-29T00:33:45","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cronicasdeitarantim.com.br\/v1\/?p=162673"},"modified":"2024-03-28T21:33:45","modified_gmt":"2024-03-29T00:33:45","slug":"bahia-numero-de-mortes-caiu-na-bahia-em-2022-apos-tres-anos-em-alta-aponta-ibge","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cronicasdeitarantim.com.br\/v1\/2024\/03\/28\/bahia-numero-de-mortes-caiu-na-bahia-em-2022-apos-tres-anos-em-alta-aponta-ibge\/","title":{"rendered":"Bahia: N\u00famero de mortes caiu na Bahia em 2022, ap\u00f3s tr\u00eas anos em alta aponta IBGE"},"content":{"rendered":"<div class=\"conteudo_post\">\n<h4>Em 2022, ainda sob algum efeito da pandemia de Covid-19, foram registradas 102.585 mortes na Bahia. O n\u00famero foi 6,9% menor do que o verificado em 2021 (110.145), o que representou um saldo de menos 7.560 \u00f3bitos em um ano. Esta primeira queda nos \u00f3bitos no estado, ap\u00f3s tr\u00eas anos de altas, n\u00e3o foi suficiente, por\u00e9m, para que o n\u00famero voltasse ao patamar pr\u00e9-pandemia, de 90.404 mortes em 2019.<\/h4>\n<h4>Na verdade, o total de mortes na Bahia em 2022 (102.585) ainda ficou acima do registrado em 2020 (102.189), primeiro ano da pandemia, quando houve um aumento recorde de \u00f3bitos. Tamb\u00e9m foi significativamente superior \u00e0 m\u00e9dia de mortes registradas anualmente, entre 2000 e 2019 (de 74.937 \u00f3bitos).<\/h4>\n<h4>A queda percentual da mortalidade na Bahia entre 2021 e 2022 (-6,9%) foi bem menor do que a do Brasil como um todo e a 2a mais baixa entre as 27 unidades da Federa\u00e7\u00e3o, todas as quais tiveram redu\u00e7\u00e3o no total de \u00f3bitos registrado, no per\u00edodo. No pa\u00eds, o n\u00famero de mortes recuou 15,8%, chegando a 1.504.763 em 2022, 281.584 a menos do que em 2021.<\/h4>\n<h4>No entanto, o valor observado para 2022 tamb\u00e9m foi bastante superior ao de 2019 (1.317.292 \u00f3bitos naquele ano). Dentre os estados, s\u00f3 o Acre tinha conseguido, em 2022, voltar ao patamar de mortes de 2019 (4.001 e 4.019 \u00f3bitos, respectivamente).<\/h4>\n<h4><strong>Salvador tem queda mais intensa \u2013<\/strong>\u00a0Em 2022, foram registrados 18.919 \u00f3bitos na capital baiana, 13,9% a menos do que 2021 (quando haviam ocorrido 21.984). Isso correspondeu a menos 3.065 mortes em um ano. Por\u00e9m, como ocorreu na Bahia como um todo, este n\u00famero ainda estava bem acima do de 2019 (16.955) e da m\u00e9dia anual entre 2000 e 2019 (15.139 \u00f3bitos).<\/h4>\n<h4>As 27 capitais tiveram redu\u00e7\u00e3o nos \u00f3bitos entre 2021 e 2022. Salvador teve apenas a 23\u00aa maior queda percentual (-13,9%) e a 10\u00aa em termos absolutos (-3.065 mortes). Em 2022, Bahia teve 4\u00aa queda anual seguida no total de nascimentos (-5,8%) e a maior redu\u00e7\u00e3o em termos absolutos do pa\u00eds: menos 10.744 do que em 2021<\/h4>\n<h4>Em toda a Bahia, 173.686 pessoas nasceram e foram registradas em 2022. O n\u00famero de nascimentos caiu no estado pelo quarto ano consecutivo e foi o menor em 26 anos, desde 1996, quando 173.087 crian\u00e7as haviam nascido e sido registradas.<\/h4>\n<h4>Frente a 2021 (quando haviam nascido 184.430 pessoas), houve uma queda de 5,8% no n\u00famero de registros na Bahia \u2013 tamb\u00e9m a taxa de recuo mais intensa em 26 anos, desde os -6,3% de 1996. Isso representou menos 10.744 nascimentos em um ano. A redu\u00e7\u00e3o em n\u00fameros absolutos (-10.744), na Bahia, foi a maior entre os estados, no per\u00edodo, enquanto a taxa de recuo (-5,8%) foi a 8\u00aa mais expressiva.<\/h4>\n<h4>Entre 2021 e 2022, houve queda no total de nascimentos no Brasil como um todo e em 25 das 27 unidades da Federa\u00e7\u00e3o. Foram registrados no pa\u00eds 2.542.298 nascimentos em 2022, 93.556 a menos do que no ano anterior (-3,5%). Acima da Bahia, S\u00e3o Paulo (-10.658 nascimentos no per\u00edodo) e Maranh\u00e3o (-8.877) mostraram as maiores redu\u00e7\u00f5es absolutas. J\u00e1 Para\u00edba (-9,9%), Maranh\u00e3o (-8,5%) e Sergipe (-7,8%) apresentaram as taxas de recuo mais intensas.<\/h4>\n<h4>Apenas Santa Catarina (+1.960 nascimentos entre 2021 e 2022, ou +2,0%) e Mato Grosso (+1.024 nascimentos ou +1,8%) tiveram altas nos n\u00fameros de crian\u00e7as nascidas entre 2021 e 2022. O n\u00famero de crian\u00e7as nascidas tamb\u00e9m seguiu em queda em Salvador, mostrando o 5\u00ba recuo anual consecutivo. Em 2022, nasceram e foram registradas 27.037pessoas na capital baiana, um n\u00famero 5,3% mais baixo que o de 2021, com menos 1.508 nascimentos de um ano para o outro.<\/h4>\n<h4><strong>Nascimentos e registros \u2013<\/strong>\u00a0O total de crian\u00e7as nascidas e registradas em Salvador em 2022 bateu o recorde anterior (de 2021) e foi o menor em 48 anos, desde 1974, in\u00edcio da s\u00e9rie das Estat\u00edsticas do Registro Civil, quando 28.787 pessoas haviam nascido e sido registradas no mesmo ano.<\/h4>\n<h4>Entre 2021 e 2022, 26 das 27 capitais apresentaram recuos nos n\u00fameros de nascimentos registrados. As maiores redu\u00e7\u00f5es em termos absolutos ocorreram em S\u00e3o Paulo\/SP (menos 4.333 nascimentos), Rio de Janeiro\/RJ (-3.432) e Bras\u00edlia\/DF (-2.030 (-1.341). Salvador ficou em 4\u00ba lugar. J\u00e1 em termos percentuais, Jo\u00e3o Pessoa\/PB (-11,2%), S\u00e3o Lu\u00eds\/MA (-8,7%) e Aracaju\/SE (-7,0%) lideraram, e Salvador teve a 7\u00aa taxa. S\u00f3 Florian\u00f3polis\/SC teve alta (+3,2% ou +187 nascimentos). Entre 2021 e 2022, 3 em cada 4 munic\u00edpios baianos (75,1% ou 313 de 417) tiveram redu\u00e7\u00e3o no n\u00famero de nascimentos<\/h4>\n<h4>Salvador n\u00e3o foi o \u00fanico munic\u00edpio baiano com menos nascimentos em 2022 do que em 2021. De um ano para o outro, 3 em cada 4 cidades do estado mostraram recuos na natalidade: 313 dos 417 munic\u00edpios, ou 75,1%.<\/h4>\n<h4>As maiores quedas percentuais ocorreram em Nova Ibi\u00e1 (-42,9%, de 70 para 40 nascimentos, entre 2021 e 2022), Lajedinho (-41,5%, de 53 para 31) e Apuarema (-37,6%, de 117 para 73). Em termos absolutos, as maiores cidades em popula\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m mostraram as redu\u00e7\u00f5es mais significativas: Salvador (-1.508, ou -5,3%), Feira de Santana (-384 ou -4,6%) e Vit\u00f3ria da Conquista (-269 ou -5,2%).<\/h4>\n<h4>No outro extremo, Lu\u00eds Eduardo Magalh\u00e3es teve o maior aumento absoluto no n\u00famero de nascimentos, entre 2021 e 2022 (+94, de 1.995 para 2.089, ou +4,7%), seguido por Mucuri (+54 nascimentos, de 488 para 542, ou +11,1%) e Caetit\u00e9 (+51 nascimentos, de 591 para 642, ou +8,6%).<\/h4>\n<h4>J\u00e1 as maiores taxas de crescimento no n\u00famero de nascimentos foram as de Aiquara (+60,0%, de 20 para 32), Guajeru (+37,5%, de 56 para 77) e Marcion\u00edlio Souza (+36,8%, de 87 para 119). Considerando os extremos de um per\u00edodo maior, entre 2001 e 2022, quase 9 em cada 10 munic\u00edpios da Bahia tiveram queda nos nascimentos: 371 de 417, ou 89,0%. (Bahia.ba).<\/h4>\n<\/div>\n<div id=\"div-share\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 2022, ainda sob algum efeito da pandemia de Covid-19, foram registradas 102.585 mortes na Bahia. O n\u00famero foi 6,9% menor do que o verificado em 2021 (110.145), o que representou um saldo de menos 7.560 \u00f3bitos em um ano. Esta primeira queda nos \u00f3bitos no estado, ap\u00f3s tr\u00eas anos de altas, n\u00e3o foi suficiente, por\u00e9m, para que o n\u00famero voltasse ao patamar pr\u00e9-pandemia, de 90.404 mortes em 2019. Na verdade, o total de mortes na Bahia em 2022 (102.585) ainda ficou acima do registrado em 2020 (102.189), primeiro ano da pandemia, quando houve um aumento recorde de \u00f3bitos. 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