{"id":157352,"date":"2023-06-19T13:07:55","date_gmt":"2023-06-19T16:07:55","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cronicasdeitarantim.com.br\/v1\/?p=157352"},"modified":"2023-06-19T13:07:55","modified_gmt":"2023-06-19T16:07:55","slug":"bahia-e-o-segundo-estado-mais-violento-contra-povos-tradicionais-aponta-pesquisa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cronicasdeitarantim.com.br\/v1\/2023\/06\/19\/bahia-e-o-segundo-estado-mais-violento-contra-povos-tradicionais-aponta-pesquisa\/","title":{"rendered":"Bahia \u00e9 o segundo estado mais violento contra povos tradicionais, aponta pesquisa"},"content":{"rendered":"<div class=\"conteudo_post\">\n<p>A Bahia \u00e9 o segundo estado com mais ocorr\u00eancias de viol\u00eancia contra povos e comunidades tradicionais. Isso \u00e9 o que aponta o Relat\u00f3rio Al\u00e9m da Floresta: Crimes Socioambientais nas Periferias, realizado pela Rede de Observat\u00f3rios de Seguran\u00e7a com apoio das secretarias de seguran\u00e7a p\u00fablica estaduais, com dados referentes ao ano de 2022. O estado baiano s\u00f3 fica atr\u00e1s do Par\u00e1, como informou o Bahia.ba.<\/p>\n<p>De acordo com a pesquisa divulgada nesta segunda-feira (19), apenas no ano passado, foram registrados 230 den\u00fancias, dentre elas a amea\u00e7a foi a mais recorrente, com 131 ocorr\u00eancias. Entre os anos de 2017 a 2022, foram contabilizados 428 casos criminosos entre os povos e comunidades tradicionais. As informa\u00e7\u00f5es foram conseguidas atrav\u00e9s da Lei de Acesso \u00e0 Informa\u00e7\u00e3o (LAI).<\/p>\n<p>Os crimes analisados foram, les\u00e3o corporal (51 casos), inj\u00faria (30), estupro (11), tentativa de homic\u00eddio (2), importuna\u00e7\u00e3o sexual (4) e tentativa de feminic\u00eddio (1). As mulheres foram as principais v\u00edtimas das viola\u00e7\u00f5es, sendo alvo de 58% dos casos.<\/p>\n<p>No caso da Bahia, foram analisadas comunidades ind\u00edgenas e quilombolas. A Secretaria de Seguran\u00e7a P\u00fablica da Bahia (SSP-BA), considera 28 comunidades como \u201cpovos tradicionais\u201d. S\u00e3o elas os Ind\u00edgenas, Andirobeiras, Apanhadores de Sempre-Vivas, Caatingueiros, Catadores de Mangaba, Quilombolas, Extrativistas, Ribeirinhos, Cai\u00e7aras, Ciganos, Povos de Terreiros, Cipozeiros, Castanheiras, Faxinalenses, Fundo e Fecho de Pasto, Geraizeiros, Ilh\u00e9us, Isqueiros, Morroquianos, Pantaneiros, Pescadores Artesanais, Pia\u00e7abeiros, Pomeranos, Quebradeiras do Coco Baba\u00e7u, Retireiros, Seringueiros, Vazanteiros e Veredeiros.<\/p>\n<p>*Foto: Cr\u00f4nicas de Itarantim<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"div-share\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Bahia \u00e9 o segundo estado com mais ocorr\u00eancias de viol\u00eancia contra povos e comunidades tradicionais. Isso \u00e9 o que aponta o Relat\u00f3rio Al\u00e9m da Floresta: Crimes Socioambientais nas Periferias, realizado pela Rede de Observat\u00f3rios de Seguran\u00e7a com apoio das secretarias de seguran\u00e7a p\u00fablica estaduais, com dados referentes ao ano de 2022. 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