{"id":149111,"date":"2022-07-12T11:35:07","date_gmt":"2022-07-12T14:35:07","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cronicasdeitarantim.com.br\/v1\/?p=149111"},"modified":"2022-07-12T11:35:07","modified_gmt":"2022-07-12T14:35:07","slug":"levantamento-aponta-que-violencia-contra-liderancas-politicas-aumentou-23-em-2022","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cronicasdeitarantim.com.br\/v1\/2022\/07\/12\/levantamento-aponta-que-violencia-contra-liderancas-politicas-aumentou-23-em-2022\/","title":{"rendered":"Levantamento aponta que viol\u00eancia contra lideran\u00e7as pol\u00edticas aumentou 23% em 2022"},"content":{"rendered":"<p>Os casos de viol\u00eancia pol\u00edtica e eleitoral registrados em 2022 no pa\u00eds tiveram um crescimento de 23% quando comparado ao mesmo per\u00edodo de 2020, ano das \u00faltimas elei\u00e7\u00f5es municipais. Os n\u00fameros foram registrados pelo Observat\u00f3rio da Viol\u00eancia Pol\u00edtica e Eleitoral, formado pelo Grupo de Investiga\u00e7\u00e3o Eleitoral da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (GIEL\/UNIRIO).<\/p>\n<p>O levantamento monitora a din\u00e2mica e o impacto da viol\u00eancia na democracia brasileira desde janeiro de 2019 com boletins trimestrais. Em 2020,\u00a0174 casos foram registrados entre janeiro e junho. J\u00e1 no mesmo per\u00edodo de 2022, foram 214 epis\u00f3dios contabilizados.<\/p>\n<p>Os registros incluem amea\u00e7as, agress\u00f5es e atentados contra pol\u00edticos e seus familiares. Ao todo, foram registradas 24 mortes em 14 estados brasileiros. O estado que mais registrou crimes desse tipo foi o Paran\u00e1, estado onde aconteceu o epis\u00f3dio que culminou na morte do guarda municipal petista no domingo (10), em Foz do Igua\u00e7u (PR). Foram registrados quatro casos desse tipo no estado, \u00edndice considerado incomum para os paranaenses at\u00e9 ent\u00e3o.<\/p>\n<p>Com 17 casos, S\u00e3o Paulo \u00e9 o estado com mais ocorr\u00eancias quando consideradas todos os tipos de viol\u00eancia. Bahia e Rio de Janeiro ficam em segundo lugar, com 10 epis\u00f3dios registrados cada um. Minas Gerais (8) e Paran\u00e1 (7) v\u00eam em seguida.\u00a0N\u00e3o foram identificados casos no Acre, Alagoas, Amap\u00e1 e Roraima.<\/p>\n<p>As amea\u00e7as foram o tipo de viol\u00eancia mais frequente. Ao todo, 37 pessoas sofreram algum tipo de intimida\u00e7\u00e3o. Agress\u00f5es, com 27 casos, e homic\u00eddios, com 19, v\u00eam logo em seguida. Foram registrados ainda nove atentados, cinco homic\u00eddios de familiares, dois sequestros e dois sequestros de familiares.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os casos de viol\u00eancia pol\u00edtica e eleitoral registrados em 2022 no pa\u00eds tiveram um crescimento de 23% quando comparado ao mesmo per\u00edodo de 2020, ano das \u00faltimas elei\u00e7\u00f5es municipais. Os n\u00fameros foram registrados pelo Observat\u00f3rio da Viol\u00eancia Pol\u00edtica e Eleitoral, formado pelo Grupo de Investiga\u00e7\u00e3o Eleitoral da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (GIEL\/UNIRIO). O levantamento monitora a din\u00e2mica e o impacto da viol\u00eancia na democracia brasileira desde janeiro de 2019 com boletins trimestrais. Em 2020,\u00a0174 casos foram registrados entre janeiro e junho. J\u00e1 no mesmo per\u00edodo de 2022, foram 214 epis\u00f3dios contabilizados. 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