{"id":140215,"date":"2021-06-10T04:07:21","date_gmt":"2021-06-10T07:07:21","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cronicasdeitarantim.com.br\/v1\/?p=140215"},"modified":"2021-06-10T04:07:21","modified_gmt":"2021-06-10T07:07:21","slug":"frutas-exportadas-pelo-brasil-levam-agrotoxicos-proibidos-na-europa-a-mesa-dos-alemaes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cronicasdeitarantim.com.br\/v1\/2021\/06\/10\/frutas-exportadas-pelo-brasil-levam-agrotoxicos-proibidos-na-europa-a-mesa-dos-alemaes\/","title":{"rendered":"Frutas exportadas pelo Brasil levam agrot\u00f3xicos proibidos na Europa \u00e0 mesa dos alem\u00e3es"},"content":{"rendered":"<div id=\"article_header\" class=\"a_hg basic | \">\n<h4 class=\"a_st font_secondary color_gray_dark \">Teste realizado a pedido do Greenpeace com alimentos brasileiros vendidos em quatro cidades alem\u00e3s encontrou 35 subst\u00e2ncias, 11 delas proibidas na Europa. Brasil minimiza e diz que produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola atende a regras internacionais<\/h4>\n<p class=\"\">A Alemanha est\u00e1 consumindo\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2019\/07\/31\/politica\/1564581103_642583.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-link-track-dtm=\"\">agrot\u00f3xicos que s\u00e3o proibidos<\/a>\u00a0ali por meio de alimentos importados do Brasil. Testes realizados por laborat\u00f3rios independentes alem\u00e3es, a pedido do\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/noticias\/greenpeace\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-link-track-dtm=\"\">Greenpeace<\/a>, com 70 frutas brasileiras, detectaram ao menos 11 subst\u00e2ncias cujo uso \u00e9 banido em toda a Uni\u00e3o Europeia. No total, foram encontrados 35 agrot\u00f3xicos diferentes em frutas brasileiras, como manga, mam\u00e3o, lim\u00e3o e figo, comercializadas nas cidades alem\u00e3s de Hamburgo, Col\u00f4nia, Leipzig e Stuttgart. Dessas, 21 pertencem ao grupo de Pesticidas Altamente Perigosos, uma classifica\u00e7\u00e3o criada pela ag\u00eancia da ONU para a alimenta\u00e7\u00e3o e agricultura (<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/noticias\/fao-organizacion-naciones-unidas-agricultura-alimentacion\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-link-track-dtm=\"\">FAO<\/a>) e a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/noticias\/oms-organizacion-mundial-salud\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-link-track-dtm=\"\">OMS<\/a>).<\/p>\n<div id=\"elpais_gpt-INTEXT\" data-google-query-id=\"CMPvgoqujPECFdoz4Aod0GkPCw\">\n<div id=\"google_ads_iframe_7811748\/elpais_brasil_web\/brasil\/intext_0__container__\">Apesar da proibi\u00e7\u00e3o do uso em solo europeu, muitos desses agrot\u00f3xicos s\u00e3o produzidos por empresas sediadas em pa\u00edses da Europa, como\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/sociedade\/2020-06-24\/bayer-aceita-pagar-109-bilhoes-de-dolares-as-vitimas-do-herbicida-roundup.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-link-track-dtm=\"\">as alem\u00e3s BASF e Bayer,<\/a>\u00a0e depois exportados para o Brasil. Segundo o Greenpeace, no in\u00edcio de 2020 essas duas empresas detinham a produ\u00e7\u00e3o de 12% dos pesticidas aprovados no Brasil. Marina Lac\u00f4rte, porta-voz da campanha de Agricultura e Alimenta\u00e7\u00e3o do Greenpeace Brasil, defende, portanto, que n\u00e3o s\u00f3 o uso mas tamb\u00e9m a produ\u00e7\u00e3o dessas subst\u00e2ncias sejam proibidas no territ\u00f3rio europeu. \u201cSe o governo estabelece que os alem\u00e3es n\u00e3o podem ingerir essa subst\u00e2ncia, por que n\u00e3o ter uma legisla\u00e7\u00e3o proibindo a produ\u00e7\u00e3o delas?\u201d, questiona. \u201cPor que uma crian\u00e7a europeia n\u00e3o pode consumir determinados agrot\u00f3xicos e as crian\u00e7as brasileiras podem?.\u201d<\/div>\n<\/div>\n<p class=\"\">Os questionamentos de Lac\u00f4rte s\u00e3o levantados em um momento crucial tanto para o Brasil quanto para pa\u00edses europeus, j\u00e1 que a exporta\u00e7\u00e3o agr\u00edcola \u00e9 uma das pe\u00e7as-chave do\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/noticias\/acuerdo-mercosur-ue\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-link-track-dtm=\"\">acordo comercial entre a Uni\u00e3o Europeia e o Mercosul<\/a>. O tratado ainda precisa ser ratificado por todos os pa\u00edses envolvidos,\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2019\/10\/08\/internacional\/1570567502_599342.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-link-track-dtm=\"\">mas a Fran\u00e7a em especial tem se mostrado resistente<\/a>, exigindo\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2019\/07\/02\/internacional\/1562084329_682170.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-link-track-dtm=\"\">cl\u00e1usulas de prote\u00e7\u00e3o aos seus produtos agr\u00edcolas<\/a>\u00a0e um\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/internacional\/2020-10-22\/o-acordo-com-o-mercosul-pode-falhar-se-o-brasil-nao-se-comprometer-contra-o-desmatamento-da-amazonia.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-link-track-dtm=\"\">compromisso do Governo brasileiro com o desmatamento<\/a>, um dos pontos nevr\u00e1lgicos do Governo Bolsonaro. Por outro lado, a mesma Fran\u00e7a encabe\u00e7a o\u00a0<i>ranking<\/i>\u00a0dos pa\u00edses europeus exportadores de agrot\u00f3xicos para o Mercosul, seguida pela Gr\u00e3-Bretanha, Alemanha, B\u00e9lgica e Espanha, segundo a ONG ambiental. Diante do impasse, os ambientalistas pedem que a Uni\u00e3o Europeia seja \u201cconsistente\u201d e n\u00e3o ratifique o acordo, que pode deixar inclusive os agrot\u00f3xicos mais baratos, por meio de isen\u00e7\u00f5es fiscais, e \u201caumentar significativamente a venda e o uso de venenos agr\u00edcolas europeus.\u201d<\/p>\n<p class=\"\">O\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/noticias\/mapa-ministerio-agricultura-pecuaria-abastecimento-brasil\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-link-track-dtm=\"\">Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento do Brasil,<\/a>\u00a0respons\u00e1vel por fazer o controle de res\u00edduos de agrot\u00f3xicos acima do limite e nos alimentos para exporta\u00e7\u00e3o, afirmou por meio de nota que \u201cassim como o Brasil permite o uso de alguns pesticidas n\u00e3o registrados na Europa, o oposto tamb\u00e9m \u00e9 verdadeiro. H\u00e1 agrot\u00f3xicos registrados na Europa que n\u00e3o s\u00e3o permitidos em territ\u00f3rio brasileiro\u201d, diz, sem mencionar quais. Segundo o \u00f3rg\u00e3o, \u201cessa diferen\u00e7a decorre das diferen\u00e7as de cultivos, clima e pragas que infestam as planta\u00e7\u00f5es em cada parte do globo\u201d, afirma a pasta. \u201cOs pesticidas s\u00e3o, portanto, registrados e utilizados conforme as necessidades nacionais.\u201d<\/p>\n<p class=\"\">No estudo, foi detectado que 64% das frutas brasileiras estavam com algum res\u00edduo de pesticida. O mam\u00e3o foi campe\u00e3o, chegando a apresentar at\u00e9 nove subst\u00e2ncias diferentes em uma \u00fanica fruta, no que a ONG classifica como um \u201cverdadeiro coquetel de pesticidas\u201d. Entre 2017 e 2020, o Brasil foi respons\u00e1vel por 77% dos mam\u00f5es importados pela Alemanha. O Greenpeace afirma ter comunicado o Governo alem\u00e3o sobre os resultados.<\/p>\n<p class=\"\">O teste foi realizado entre a segunda quinzena de abril e in\u00edcio de maio deste ano. Segundo o laudo, apenas 11 das 70 amostras de frutas n\u00e3o continham agrot\u00f3xicos. O Minist\u00e9rio da Agricultura afirma que o fato desses alimentos terem ingressado em territ\u00f3rio estrangeiro \u201cdemonstra que os limites encontrados est\u00e3o abaixo daqueles internacionalmente considerados como seguros pelas autoridades do pa\u00eds importador ou pelo CODEX Alimentarius [colet\u00e2nea de padr\u00f5es reconhecidos internacionalmente sobre seguran\u00e7a alimentar] (FAO\/OMS)\u201d. Ainda por meio de nota, o Governo brasileiro diz que \u201cos produtos produzidos e comercializados pelo Brasil s\u00e3o seguros para consumo humano.\u201d<\/p>\n<p class=\"\">No ano passado, o Brasil bateu recorde na aprova\u00e7\u00e3o de novos agrot\u00f3xicos. Somente em 2020 foram aprovadas 321 subst\u00e2ncias, segundo o Minist\u00e9rio da Agricultura, 59% a mais que em 2019, quando foram liberados 202 pesticidas de acordo com o \u00f3rg\u00e3o. Esses registros v\u00eam crescendo ano ap\u00f3s ano, mas o Governo minimiza o aumento da aprova\u00e7\u00e3o e diz que \u201c97% dos produtos registrados s\u00e3o gen\u00e9ricos, ou seja, j\u00e1 estavam dispon\u00edveis no mercado com outros nomes comerciais.\u201d<\/p>\n<p class=\"\">Para ser registrado no Brasil, um pesticida precisa passar por tr\u00eas inst\u00e2ncias: a Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/noticias\/anvisa-agencia-nacional-vigilancia-sanitaria\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-link-track-dtm=\"\">Anvisa<\/a>) avalia e classifica toxicologicamente os agrot\u00f3xicos. A avalia\u00e7\u00e3o da ag\u00eancia considera tanto o impacto da exposi\u00e7\u00e3o dos aplicadores quanto os riscos dos res\u00edduos que eventualmente podem ser encontrados nos alimentos tratados. Em seguida, o\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/noticias\/ibama-instituto-brasileiro-meio-ambiente-recursos-naturais-renovaveis\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-link-track-dtm=\"\">Ibama<\/a>\u00a0realiza a avalia\u00e7\u00e3o ambiental das subst\u00e2ncias, estabelecendo suas classifica\u00e7\u00f5es quanto ao potencial de periculosidade para o meio ambiente. E, ent\u00e3o, o Minist\u00e9rio da Agricultura avalia a efici\u00eancia agron\u00f4mica dos agrot\u00f3xicos. \u00c9 tamb\u00e9m a pasta que concede o registro do qu\u00edmico, ap\u00f3s receber os pareceres favor\u00e1veis dos \u00f3rg\u00e3os de sa\u00fade e do meio ambiente.<\/p>\n<p class=\"\">O minist\u00e9rio, chefiado pela ministra<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/noticias\/tereza-cristina-correa-da-costa-dias\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-link-track-dtm=\"\">\u00a0Tereza Cristina<\/a>, ainda esclareceu \u00e0 reportagem que \u201ch\u00e1 tend\u00eancia de queda no volume m\u00e9dio de defensivos agr\u00edcolas aplicados por \u00e1rea tratada\u201d. De acordo com a nota, em 2020 houve redu\u00e7\u00e3o de 0,1% na quantidade de quilos por hectare. Em 2019 e 2018, sempre na compara\u00e7\u00e3o com os anos anteriores, tamb\u00e9m havia registro de queda, na m\u00e9dia, de 1,1% e 0,5%, respectivamente.<\/p>\n<h3 class=\"font_secondary color_gray_ultra_dark\">Veneno no pacote<\/h3>\n<p class=\"\">Os res\u00edduos de agrot\u00f3xicos perigosos para a sa\u00fade n\u00e3o est\u00e3o somente nos alimentos naturais, como frutas, verduras e legumes. O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec)\u00a0<a href=\"https:\/\/idec.org.br\/veneno-no-pacote\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-link-track-dtm=\"\">divulgou recentemente um estudo<\/a>\u00a0apontando para a presen\u00e7a dessas subst\u00e2ncias em alimentos ultraprocessados. Cereais, salgadinhos, biscoitos, bebidas de soja, p\u00e3es e bolos de diferentes marcas apresentaram as subst\u00e2ncias em sua composi\u00e7\u00e3o. At\u00e9 mesmo\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2019\/10\/31\/politica\/1572547992_172742.html?rel=listapoyo\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-link-track-dtm=\"\">o controverso glifosato<\/a>, um dos herbicidas mais usados no Brasil \u2015e um dos proibidos na Europa\u2015 e classificado como \u201cprovavelmente carcinog\u00eanico\u201d pela OMS, foi encontrado em alguns alimentos.<\/p>\n<p class=\"\">Ao todo, 27 produtos foram analisados pelo Idec, divididos em oito categorias. Dessas, seis apresentaram res\u00edduos de agrot\u00f3xicos. Os alimentos onde foram identificados agrot\u00f3xicos s\u00e3o: a bebida de soja Naturis (Batavo); o cereal matinal Nesfit (<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/internacional\/2021-05-31\/nestle-reconhece-em-documento-interno-que-mais-de-60-de-seus-produtos-nao-sao-saudaveis.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-link-track-dtm=\"\">Nestl\u00e9<\/a>); os salgadinhos Baconzitos e Torcida (ambos da Pepsico); os p\u00e3es bisnaguinha Pullman (Bimbo), Wickbold, Panco e Seven Boys (da Wickbold); os biscoitos de \u00e1gua e sal Marilan, Triunfo (Arcor), Vitarela e Zabet (ambos da M Dias Branco); as bolachas recheadas Bono e Negresco (Nestl\u00e9), Oreo e Trakinas (Mondel\u00e9z).<\/p>\n<p class=\"\">O Idec afirma que comunicou aos fabricantes sobre os res\u00edduos encontrados em seus produtos. As empresas que responderam ao Instituto afirmaram que seguem boas pr\u00e1ticas dos fornecedores de mat\u00e9ria-prima, ou que a quantidade de subst\u00e2ncias est\u00e1 dentro dos limites. N\u00e3o h\u00e1, no entanto, regula\u00e7\u00e3o sobre os limites m\u00e1ximos de agrot\u00f3xicos em alimentos ultraprocessados, j\u00e1 que a Anvisa monitora essas subst\u00e2ncias apenas nos alimentos naturais.<\/p>\n<p class=\"\">A Lactails, respons\u00e1vel pela Batavo, informou, ap\u00f3s a publica\u00e7\u00e3o desta reportagem, que n\u00e3o foi comunicada sobre o estudo do Idec. Por meio de nota, a empresa tamb\u00e9m afirma que todos seus insumos \u201cs\u00e3o controlados e monitorados atrav\u00e9s de laudos externos e atendem rigorosamente \u00e0 legisla\u00e7\u00e3o brasileira\u201d, e que \u201ca empresa tem uma pol\u00edtica r\u00edgida na escolha de seus fornecedores de insumos, homologando apenas aqueles que cumprem com todas as exig\u00eancias legais e de seguran\u00e7a alimentar\u201d. Fonte: El Pa\u00eds.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Teste realizado a pedido do Greenpeace com alimentos brasileiros vendidos em quatro cidades alem\u00e3s encontrou 35 subst\u00e2ncias, 11 delas proibidas na Europa. Brasil minimiza e diz que produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola atende a regras internacionais A Alemanha est\u00e1 consumindo\u00a0agrot\u00f3xicos que s\u00e3o proibidos\u00a0ali por meio de alimentos importados do Brasil. Testes realizados por laborat\u00f3rios independentes alem\u00e3es, a pedido do\u00a0Greenpeace, com 70 frutas brasileiras, detectaram ao menos 11 subst\u00e2ncias cujo uso \u00e9 banido em toda a Uni\u00e3o Europeia. No total, foram encontrados 35 agrot\u00f3xicos diferentes em frutas brasileiras, como manga, mam\u00e3o, lim\u00e3o e figo, comercializadas nas cidades alem\u00e3s de Hamburgo, Col\u00f4nia, Leipzig e Stuttgart. 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