{"id":139920,"date":"2021-05-26T19:56:35","date_gmt":"2021-05-26T22:56:35","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cronicasdeitarantim.com.br\/v1\/?p=139920"},"modified":"2021-05-26T19:57:56","modified_gmt":"2021-05-26T22:57:56","slug":"meio-ambiente-bahia-segue-na-lista-de-estados-que-mais-destroem-a-mata-atlantica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cronicasdeitarantim.com.br\/v1\/2021\/05\/26\/meio-ambiente-bahia-segue-na-lista-de-estados-que-mais-destroem-a-mata-atlantica\/","title":{"rendered":"MEIO AMBIENTE] Bahia segue na lista de estados que mais destroem a Mata Atl\u00e2ntica"},"content":{"rendered":"<p>A Bahia segue na lista dos estados que mais desmatam o que resta da vegeta\u00e7\u00e3o t\u00edpica da Mata Atl\u00e2ntica, e o ritmo de destrui\u00e7\u00e3o segue acelerado em todo o pa\u00eds.<\/p>\n<p>Apesar de se manter na dianteira ao lado do Paran\u00e1 e Minas Gerais, a Bahia apresentou ligeira melhora no \u00edndice, com uma redu\u00e7\u00e3o de 3.532 hectares desmatados entre 2018 e 2019, para 3.230 hectares per\u00edodo entre 2019 e 2020.<\/p>\n<p>O n\u00famero, contudo, ainda \u00e9 alarmante, principalmente se considerar o aumento do volume de desflorestamento do bioma\u00a0nos outros estados.<\/p>\n<p>Em S\u00e3o Paulo e no Esp\u00edrito Santo, o n\u00famero saltou mais de 400%, enquanto o Rio de Janeiro e o Mato Grosso do Sul mais do que dobraram essa marca no \u00faltimo ano.<\/p>\n<p>Ao todo, foram destru\u00eddos 13.053 hectares, o que equivale a 130 quil\u00f4metros quadrados. Em rela\u00e7\u00e3o ao ano passado, o \u00edndice decresceu em 9%, mas n\u00e3o d\u00e1 para dizer que est\u00e1 em queda, j\u00e1 que no ano anterior o crescimento foi de assustadores 30%, como explica Lu\u00eds Fernando Guedes Pinto, diretor de Conhecimento da Funda\u00e7\u00e3o SOS Mata Atl\u00e2ntica.<\/p>\n<p>\u201cMesmo que tenhamos uma diminui\u00e7\u00e3o de 9% do desmatamento em rela\u00e7\u00e3o a 2018-2019, ali o aumento havia sido de 30%, ent\u00e3o n\u00e3o podemos falar em tend\u00eancia de queda\u201d, afirma. \u201cAl\u00e9m disso, no que se refere \u00e0 Mata Atl\u00e2ntica, 13 mil hectares \u00e9 muito, porque se trata de uma \u00e1rea onde qualquer perda impacta imensamente a biodiversidade e os servi\u00e7os ecossist\u00eamicos, como regula\u00e7\u00e3o do clima e disponibilidade e qualidade da \u00e1gua\u201d, completa o diretor.<\/p>\n<p>Segundo ele, o que mais preocupa \u00e9 ver estados que tinham praticamente zerado esse \u00edndice, voltar a desmatar e mostrar &#8220;n\u00fameros expressivos&#8221; de destrui\u00e7\u00e3o da Mata Atl\u00e2ntica.<\/p>\n<p>Uma das solu\u00e7\u00f5es, de acordo com Lu\u00eds Fernando, passa por maior investimento p\u00fablico na fiscaliza\u00e7\u00e3o dos crimes ambientais que provocam o desflorestamento da vegeta\u00e7\u00e3o que impacta diretamente na biodiversidade. Fonte: A Tarde.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Bahia segue na lista dos estados que mais desmatam o que resta da vegeta\u00e7\u00e3o t\u00edpica da Mata Atl\u00e2ntica, e o ritmo de destrui\u00e7\u00e3o segue acelerado em todo o pa\u00eds. Apesar de se manter na dianteira ao lado do Paran\u00e1 e Minas Gerais, a Bahia apresentou ligeira melhora no \u00edndice, com uma redu\u00e7\u00e3o de 3.532 hectares desmatados entre 2018 e 2019, para 3.230 hectares per\u00edodo entre 2019 e 2020. O n\u00famero, contudo, ainda \u00e9 alarmante, principalmente se considerar o aumento do volume de desflorestamento do bioma\u00a0nos outros estados. 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