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	<title>Violência contra mulheres &#8211; CRÔNICAS DE ITARANTIM \\ Noticias da Região!</title>
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	<title>Violência contra mulheres &#8211; CRÔNICAS DE ITARANTIM \\ Noticias da Região!</title>
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		<title>Itarantim: Mulher grávida de quatro meses é espancada pelo ex-companheiro, um boletim foi registrado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joabes Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jan 2024 17:26:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Agressões]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas de Itarantim]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma jovem de 20 que foi identificada pelo nome de Débora Teixeira e que está grávida de quatro meses foi brutalmente espancada pelo ex-companheiro em Itarantim na região do Médio Sudoeste da Bahia. O fato aconteceu no último dia 17 de dezembro e somente agora se tornou público por conta de um Boletim de Ocorrência que foi registrado pela vítima e logo após o juiz da Comarca de Itarantim, Dr. Murilo, determinou Medida Protetiva à vítima para que o agressor não chegue perto por uma distância de 300 metros e nem mantenha contato por ouros meios. A jovem ficou bastante [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>Uma jovem de 20 que foi identificada pelo nome de Débora Teixeira e que está grávida de quatro meses foi brutalmente espancada pelo ex-companheiro em Itarantim na região do Médio Sudoeste da Bahia.</h4>
<h4>O fato aconteceu no último dia 17 de dezembro e somente agora se tornou público por conta de um Boletim de Ocorrência que foi registrado pela vítima e logo após o juiz da Comarca de Itarantim, Dr. Murilo, determinou Medida Protetiva à vítima para que o agressor não chegue perto por uma distância de 300 metros e nem mantenha contato por ouros meios.</h4>
<h4>A jovem ficou bastante ferida e teve que ser internada no Hospital Regional de Itarantim com vários hematomas pelo rosto, boca, corpo e as pernas, deixando um rastro de sangue pela casa como mostrou as imagens que foram enviadas para nossa redação.</h4>
<p><a href="https://www.cronicasdeitarantim.com.br/v1/wp-content/uploads/2024/01/WhatsApp-Image-2024-01-03-at-15.18.52.jpeg"><img decoding="async" loading="lazy" class="size-full wp-image-160825 alignleft" src="https://www.cronicasdeitarantim.com.br/v1/wp-content/uploads/2024/01/WhatsApp-Image-2024-01-03-at-15.18.52.jpeg" alt="" width="477" height="800" srcset="https://www.cronicasdeitarantim.com.br/v1/wp-content/uploads/2024/01/WhatsApp-Image-2024-01-03-at-15.18.52.jpeg 477w, https://www.cronicasdeitarantim.com.br/v1/wp-content/uploads/2024/01/WhatsApp-Image-2024-01-03-at-15.18.52-179x300.jpeg 179w, https://www.cronicasdeitarantim.com.br/v1/wp-content/uploads/2024/01/WhatsApp-Image-2024-01-03-at-15.18.52-400x671.jpeg 400w, https://www.cronicasdeitarantim.com.br/v1/wp-content/uploads/2024/01/WhatsApp-Image-2024-01-03-at-15.18.52-358x600.jpeg 358w" sizes="(max-width: 477px) 100vw, 477px" /></a></p>
<h4>A jovem também enviou para nossa redação vários vídeos que mostram os sinais da violência praticado pelo homem que fugiu da polícia depois de um mandado de prisão.</h4>
<h4>Salientamos que a violência doméstica contra mulheres que aflige a sua dignidade deve ser denunciada a partir do momento da primeira agressão, mesmo que ela seja verbal que é o princípio de toda violência que pode levar ao feminicídio que é uma das causas que tem crescido no Brasil onde a cada minuto uma mulher é espancada pelo companheiro e a cada uma hora um mulher é morta.</h4>
<h4>Em Itarantim vários casos de agressões são registrados por mulheres na Delegacia Territorial e muitos deles a justiça decretou Medida Protetiva. Outros casos as mulheres continuam com o agressor convivendo na mesma casa, por conta de vários fatores, o principal deles é a dependência econômica em que o homem aproveita a situação da mulher.</h4>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Vidas Marcadas: Número de feminicídios sobe na Bahia, mas apenas 1 a cada 9 homens denunciados é punido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joabes Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Aug 2023 18:51:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas de Itarantim]]></category>
		<category><![CDATA[Feminicidio]]></category>
		<category><![CDATA[VIOLENCIA]]></category>
		<category><![CDATA[Violência contra mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[Simone, Adriele, Carla, Andréia, Natalina, Otávia e ao menos 50 outras mulheres. Todas tiveram, em algum momento, desenhados em seus corpos uma espécie de alvo para o feminicídio. Perderam a vida. Para o machismo, para a violência, para ex-companheiros cruéis e raivosos. Ex-maridos e namorados que sabe-se lá quando, como e ainda “se” serão responsabilizados. Mesmo após suas mortes, as mulheres enfrentam ainda a crueldade dos números. Eles as reduzem a índices e esfregam na cara de todos a impunidade. Das 455 denúncias de feminicídio registradas no Ministério Público da Bahia (MP-BA), entre 2020 e o primeiro semestre de 2023, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="styles__Body-sc-1ffquwr-7 ePhtZb">
<p>Simone, Adriele, Carla, Andréia, Natalina, Otávia e ao menos 50 outras mulheres. Todas tiveram, em algum momento, desenhados em seus corpos uma espécie de alvo para o feminicídio. Perderam a vida. Para o machismo, para a violência, para ex-companheiros cruéis e raivosos. Ex-maridos e namorados que sabe-se lá quando, como e ainda “se” serão responsabilizados.</p>
<p>Mesmo após suas mortes, as mulheres enfrentam ainda a crueldade dos números. Eles as reduzem a índices e esfregam na cara de todos a impunidade. Das 455 denúncias de feminicídio registradas no Ministério Público da Bahia (MP-BA), entre 2020 e o primeiro semestre de 2023, apenas 50 criminosos foram condenados, segundo dados do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) disponibilizados ao Jornal Metropole. É como se a cada nove feminicidas, apenas um fosse punido. Os outros oito matam e seguem suas vidas.</p>
<p><strong>Rostos, vidas e caminhos cruzados</strong></p>
<p>Simone Maria dos Santos era técnica em enfermagem. Trabalhava no Hospital Roberto Santos, tinha dois filhos já adultos e um cachorro. Era considerada generosa, mas reservada. Casada há quase 30 anos, foi morta a pedradas dentro de seu apartamento no bairro da Vila Laura, pelo marido, que &#8211; como a imprensa costuma reduzir &#8211; simplesmente não aceitava o fim do relacionamento.</p>
<p>Já Adriele de Almeida Cardoso tinha 36 anos. Era vendedora em um shopping na Avenida Antonio Carlos Magalhães, até que a violência e o machismo cruzaram seu caminho. Na ida ao trabalho foi sequestrada, mas não teve sequer o direito de pedido de resgate. A recompensa era sua vida. Foi morta dentro de um carro, pelo ex-namorado, mais um que não aceitava o fim do relacionamento. Os corpos foram encontrados na manhã do dia seguinte dentro do veículo. A suspeita é que ele tenha usado a arma do pai, policial militar, para matar Adriele e depois cometer suicídio.</p>
<p>Um ano mais velha que Adriele, Natalina dos Santos era considerada uma mulher trabalhadora por seus familiares e amigos. Mãe de quatro filhos e moradora do bairro da Liberdade, chegou a se mudar porque o ex-companheiro, com quem viveu um relacionamento de menos de um ano, sabia como entrar no antigo imóvel. Não foi suficiente. Ele arrombou a porta da nova casa e a matou com golpes de faca na frente da filha de três anos. Antes de morrer, Natalina deixou seu último pedido a quem lhe socorria: “cuidem de meus filhos”. Na lista do feminicida, já estava a morte de uma mulher com quem ele teve um filho e do companheiro dela.</p>
<p>O nome de Andréia Maria Pinto da Costa cruza com o de Simone, Adriele e Natalina. Elas não se conheciam, mas juntas se tornaram a representação, no corpo, no sangue e nos pedidos por justiça, da escalada do feminicídio na Bahia.</p>
<p>Andréia era mãe de um filho de 17 anos e personal trainer em uma academia de Porto Seguro, no sul do estado. Vivia o auge dos seus 42 anos, com uma vida inteira pela frente, a não ser pela presença do ex-companheiro, que a perseguia e ameaçava pedindo dinheiro e reconciliação. Até que foi encontrada morta, com marcas de disparos de arma de fogo e golpes de faca. O corpo da personal trainer foi abandonado em um terreno da cidade. E nem no seu próprio sepultamento, ela teve paz. O ex-namorado foi preso como principal suspeito ao sair do enterro de Andréia.</p>
<p><strong>Crueldade estampada nos números</strong></p>
<p>As histórias não param por aqui. Só neste ano, entre janeiro e agosto, foram 55 mulheres mortas no estado. Não por uma doença infecciosa ou hereditária, uma imprudência no trânsito e nem assalto à mão armada. Para elas, bastou o fato de ser mulher. E aqui de novo a violência dos homens e dos números: a cada quatro dias uma mulher foi vítima de feminicídio na Bahia. A pergunta que fica a todo momento é quem será a próxima vítima na segunda-feira? E depois, na sexta? Será uma vizinha, colega de trabalho, amiga, sobrinha ou uma filha?</p>
<p>Um dia, esse índice já vai ter atravessado o caminho de todos. Afinal, ele vem em uma incessante escalada, pelo menos desde 2020 &#8211; cinco anos depois da promulgação da lei que alterou Código Penal estabelecendo o feminicídio como circunstância qualificadora do crime de homicídio e incluindo-o no rol dos crimes hediondos.</p>
<p>Há três anos, foram 85 denúncias de feminicídio oferecidas pelo MP- -BA à Justiça. No ano seguinte, subiu para 116, até chegar em 161 no ano de 2022. De janeiro até aqui, já foram 93 denúncias e apenas 10 condenados no TJ-BA.</p>
<p>Para a coordenadora do Núcleo de Enfrentamento às Violências de Gênero e em Defesa dos Direitos das Mulheres (Nevid) do MP-BA, Sara Gama, não há estranheza com a discrepância entre os números de denúncias e condenados. Isso porque há um outro problema por trás disso: a lentidão da Justiça.</p>
<p>“É muito comum que esses processos se arrastem por mais tempo. Há uma série de recursos e estratégias da defesa para que não chegue ao fim tão rapidamente”, explica a coordenadora, em entrevista ao <strong>Jornal Metropole</strong>. Ela pontua ainda que evidentemente a ampla defesa do denunciado deve ser respeitada, mas cobra celeridade na conclusão desses casos.</p>
<p><img decoding="async" src="https://api.metro1.com.br/fotos/noticias/140452/mg/feminic%C3%ADdio%20em%20npumeros%20(1000%C2%A0%C3%97%C2%A0600%C2%A0px).jpg" alt="" /></p>
<p><strong>&#8220;Não aceitava o fim&#8221;</strong></p>
<p>Assim como aconteceu com Simone, Adriele, Natalina e Andréia, na maioria dos casos, os criminosos são aqueles que já estiveram dentro de casa, já dividiram uma cama e compartilharam uma vida. De acordo com o boletim “Elas Vivem”, da Rede de Observatórios da Segurança, 75% dos feminicídios são cometidos por ex-parceiros ou ex-maridos. Homens que, em um dado momento, resolveram que uma briga ou o término do relacionamento seria motivo suficiente para pôr um fim na vida de uma mulher.</p>
<p>Para a advogada e doutora em Estudos Interdisciplinares sobre Mulheres, Gênero e Feminismo, Salete Maria, os números de feminicídio são cruéis e, acima de tudo, preocupantes. Um dos estimulantes, de acordo com ela, é a sensação de impunidade para esses homens. “Somos uma Bahia repleta de desigualdades, favorável à ação dos que acreditam que o crime compensa e dos que percebem que são poucos os casos de feminicídios que foram a julgamento até agora”, afirma.</p>
<p><strong>O roteiro é sempre o mesmo</strong></p>
<p>Antes do tiro, da faca ou pedrada, muitas mulheres sofrem episódios de violência. No caso de Simone, por exemplo, vizinhos contaram que o ex-marido dela já havia tentado arremessá-la da janela. As brigas do casal pareciam um barulho de obra no prédio. Simone não tinha medida protetiva, uma das ferramentas utilizadas para tentar auxiliar na segurança da mulher ameaçada. De acordo com o Anuário de Segurança Pública, em 2022 foram concedidas 14.922 medidas no país, um aumento de 9,1% em relação ao ano de 2021, quando foram 13.598. Ainda assim, muitas dessas mulheres não se sentem protegidas.</p>
<p>“As violências têm caráter multifatorial e multidimensional e não dá para pensar que somente políticas de repressão darão conta da problemática, até porque ainda que políticas repressivas funcionassem a contento, mesmo assim não teria como evitar os feminicídios, já que operam após a sua ocorrência. E como já deixam a desejar da forma que estão sendo implementadas, é preciso que sejam revistas, aprimoradas, monitoradas pela sociedade civil e outros órgãos de controle”, analisa Salete.</p>
<p>O caso de Natalina é um exemplo disso. Ela foi morta pelo ex-companheiro que já havia sido preso pelo assassinato da mãe de seu filho. Só a punição não resolve. É bem verdade, contribui e precisa ser cobrada. Mas sozinha não é solução. Enxergar o problema apenas como uma falha de conduta pessoal é eximir a sociedade e o poder público da responsabilidade. Esses homens podem até passar a ser punidos, mas mulheres ainda serão mortas.</p>
<p><strong>*Reportagem publicada originalmente no <a href="https://api.metro1.com.br/arquivos/jornal/449/ARQUIVO_JORNAL.pdf" target="_blank" rel="noopener">Jornal Metropole</a> em 31 de agosto de 2023</strong></p>
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		<title>VIOLÊNCIA] Somente em 2023 Bahia registra 32 casos de feminicídio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joabes Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 May 2023 13:26:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas de Itarantim]]></category>
		<category><![CDATA[Feminicidio]]></category>
		<category><![CDATA[Violência contra mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[De 1º de janeiro a 15 de maio a Bahia registrou 32 casos de feminicídio. O número é menor que o mesmo período de 2022, quando foram registrados 34 casos. De acordo com os dados computados pela polícia baiana, o crime de feminicídio apresentou queda de 5,9% entre janeiro e maio. O feminicídio é o homicídio praticado contra a mulher em decorrência do fato de ela ser mulher (misoginia e menosprezo pela condição feminina ou discriminação de gênero, fatores que também podem envolver violência sexual) ou em decorrência de violência doméstica. A lei 13.104/15, mais conhecida como Lei do Feminicídio, alterou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="entry-content">
<h4>De 1º de janeiro a 15 de maio a Bahia registrou 32 casos de feminicídio. O número é menor que o mesmo período de 2022, quando foram registrados 34 casos.</h4>
<h4>De acordo com os dados computados pela polícia baiana, o crime de feminicídio apresentou queda de 5,9% entre janeiro e maio.</h4>
<h4>O feminicídio é o homicídio praticado contra a mulher em decorrência do fato de ela ser mulher (misoginia e menosprezo pela condição feminina ou discriminação de gênero, fatores que também podem envolver violência sexual) ou em decorrência de violência doméstica.</h4>
<h4>A lei 13.104/15, mais conhecida como Lei do Feminicídio, alterou o Código Penal brasileiro, incluindo como qualificador do crime de homicídio o feminicídio.</h4>
<h4>Por se tratar de uma forma qualificada de homicídio, a pena para o feminicídio é superior à pena prevista para os homicídios simples. Enquanto um condenado por homicídio simples pode pegar de 6 a 20 anos de reclusão, um condenado por feminicídio pode pegar de 12 a 30. (Justiça do Interior)</h4>
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		<title>Em Potiraguá homem (agressor) espanca mulher em plena rua da cidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joabes Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 May 2023 22:42:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Agressor]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas de Itarantim]]></category>
		<category><![CDATA[Potiraguá]]></category>
		<category><![CDATA[Violência contra mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma mulher foi espancada em plena rua na cidade de Potiraguá, o agressor chegou no local batendo na mulher. O fato triste de agressão a uma mulher aconteceu neste domingo (07) numa rua próxima a rodoviária da cidade na localidade de um bar conhecido como Bar de Vevel. De acordo com informações de pessoas, a confusão aconteceu por conta de um atrito anterior da mulher com a esposa do agressor, que é funcionário da prefeitura, e no momento ele chegou para tirar satisfação já batendo na mulher dando socos no rosto. Ainda de acordo com informações de parentes da vítima, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id=":r5" class="Ar Au Ao">
<div id=":r1" class="Am Al editable LW-avf tS-tW tS-tY" tabindex="1" role="textbox" contenteditable="true" spellcheck="false" aria-label="Corpo da mensagem" aria-multiline="true" aria-owns=":tu" aria-controls=":tu">
<h4>Uma mulher foi espancada em plena rua na cidade de Potiraguá, o agressor chegou no local batendo na mulher.</h4>
<h4>O fato triste de agressão a uma mulher aconteceu neste domingo (07) numa rua próxima a rodoviária da cidade na localidade de um bar conhecido como Bar de Vevel. De acordo com informações de pessoas, a confusão aconteceu por conta de um atrito anterior da mulher com a esposa do agressor, que é funcionário da prefeitura, e no momento ele chegou para tirar satisfação já batendo na mulher dando socos no rosto.</h4>
<h4>Ainda de acordo com informações de parentes da vítima, que ficou com o rosto todo machucado e com sinais de fratura, o agressor é bastante conhecido na cidade, ele é motorista da prefeitura atuando como condutor da ambulância do hospital.</h4>
<h4>Nas redes sociais, familiares compartilharam a foto da mulher espancada e afirmando que ele já está acostumado a fazer isso. Em contato com nossa redação, familiares afirmaram que nesta terça-feira (09) a vítima irá prestar um Boletim de Ocorrência contra o agressor.</h4>
</div>
</div>
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		<title>Itarantim registrou dois casos de violência contra mulheres essa semana, um deles vídeo foi divulgado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joabes Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Dec 2022 19:20:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Maria da Penha]]></category>
		<category><![CDATA[Violência contra mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Violência Domestica]]></category>
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					<description><![CDATA[Dois casos de violência contra mulheres foram registrados essa semana em Itarantim. Um deles, uma câmera de um circuito externo da rua mostrou os atos de violência de um &#8220;homem&#8221; que agride uma mulher em dos bares da cidade, na imagem foi visto o &#8220;homem&#8221; dando socos na mulher que estava na área interna do bar, segundo informações a mulher é companheira do autor da agressão. O outro caso não se tem muita informação, mas, as poucas informações que chegaram na nossa redação dão conta que, a mulher teve sérios problemas no rosto, especificamente em um dos olhos hematomas causado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dois casos de violência contra mulheres foram registrados essa semana em Itarantim. Um deles, uma câmera de um circuito externo da rua mostrou os atos de violência de um &#8220;homem&#8221; que agride uma mulher em dos bares da cidade, na imagem foi visto o &#8220;homem&#8221; dando socos na mulher que estava na área interna do bar, segundo informações a mulher é companheira do autor da agressão.</p>
<p>O outro caso não se tem muita informação, mas, as poucas informações que chegaram na nossa redação dão conta que, a mulher teve sérios problemas no rosto, especificamente em um dos olhos hematomas causado pelos socos.</p>
<p>Não há informações se as vítimas fizeram a denúncia ao órgão policial do município.</p>
<p>Violência contra mulher se enquadra na Lei Maria da Penha. A Bahia nos últimos anos têm registrado um alto índice de violência contra mulheres e há uma campanha realizada pelo governo do estado e organizações incentivando mulheres à denunciarem casos como este que têm levado muitas mulheres ao feminicídio.</p>
<p>As identidades dos envolvidos em Itarantim não foram divulgados, nem dos autores nem das vítimas.</p>
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