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	<title>IBGE &#8211; CRÔNICAS DE ITARANTIM \\ Noticias da Região!</title>
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	<title>IBGE &#8211; CRÔNICAS DE ITARANTIM \\ Noticias da Região!</title>
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		<title>Brasil: Taxa de alfabetização chega a 93% da população brasileira, revela IBGE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joabes Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 May 2024 18:46:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No Brasil, das 163 milhões de pessoas com idade igual ou superior a 15 anos, 151,5 milhões sabem ler e escrever ao menos um bilhete simples e 11,4 milhões não têm essa habilidade mínima. Em números proporcionais, o resultado indica taxa de alfabetização em 93%, em 2022 e, consequentemente, a taxa de analfabetismo foi 7% do contingente populacional. Os dados são do Censo Demográfico 2022 – Alfabetização: Resultados do universo, divulgado nesta sexta-feira (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o IBGE, observa-se uma tendência de aumento da taxa de alfabetização das pessoas de 15 anos ou mais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item-wrap">
<h4>No Brasil, das 163 milhões de pessoas com idade igual ou superior a 15 anos, 151,5 milhões sabem ler e escrever ao menos um bilhete simples e 11,4 milhões não têm essa habilidade mínima. Em números proporcionais, o resultado indica taxa de alfabetização em 93%, em 2022 e, consequentemente, a taxa de analfabetismo foi 7% do contingente populacional.</h4>
<h4>Os dados são do <em>Censo</em> Demográfico<em> 2022 –</em> Alfabetização: Resultados<em> do</em> universo, divulgado nesta sexta-feira (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</h4>
<h4>Segundo o IBGE, observa-se uma tendência de aumento da taxa de alfabetização das pessoas de 15 anos ou mais ao longo dos censos. Em 1940, menos da metade da população era alfabetizada, 44,%. Após quatro décadas, em 1980, houve aumento de 30,5 pontos percentuais na taxa de alfabetização, passando para 74,5% e, finalmente, depois de mais quatro décadas, o país atingiu um percentual 93% em 2022, representando um aumento de 18,5 pontos percentuais em relação a 1980.</h4>
<h4>“A comparação dos resultados de 2000 com os de 2010 e os de 2022 indica que a queda na taxa de analfabetismo ocorreu em todas as faixas etárias, refletindo, principalmente, a expansão educacional, que universalizou o acesso ao ensino fundamental no início dos anos 1990, e a transição demográfica que substituiu gerações mais antigas e menos educadas por gerações mais novas e mais educadas”, diz o instituto.</h4>
<h4>De acordo com o IBGE, em 2022, o grupo de 15 a 19 anos atingiu a menor taxa de analfabetismo (1,5%) e o grupo de 65 anos ou mais permaneceu com a maior taxa de analfabetismo (20,3%).</h4>
<h4>“A elevada taxa de analfabetismo entre os mais velhos é um reflexo da dívida educacional brasileira, cuja tônica foi o atraso no investimento em educação, tanto para escolarização das crianças, quanto para a garantia de acesso a programas de alfabetização de jovens e adultos por uma parcela das pessoas que não foram alfabetizadas nas idades apropriadas, conforme almejado pela Constituição de 1988”, diz o órgão.</h4>
<h4>Em 2022, a taxa de analfabetismo de pessoas de cor ou raça branca e amarela com 15 anos ou mais era de 4,3% e de 2,5%, respectivamente, enquanto a taxa de analfabetismo de pretos, pardos e indígenas na mesma faixa etária era de 10,1%, 8,8% e 16,1%, respectivamente.</h4>
<h4>Segundo o IBGE, as mulheres tendem a apresentar melhores indicadores educacionais do que os homens, inclusive melhores taxa de alfabetização. Em 2022, o percentual de mulheres que sabiam ler e escrever era 93,5%, enquanto o de homens era 92,5%.</h4>
<h4>Essa vantagem das mulheres foi verificada em praticamente todos os grupos etários analisados, exceto entre os mais velhos de 65 anos ou mais de idade. A maior diferença em pontos percentuais a favor das mulheres foi no grupo de 45 a 54 anos, atingindo 2,7 pontos percentuais, ainda que as mulheres pertencentes aos grupos de idade abaixo de 45 anos sigam apresentando maiores taxas de alfabetização comparadas aos homens dos mesmos grupos de idade. Somente na faixa etária de 65 anos ou mais, os homens apresentavam uma proporção maior de pessoas que sabiam ler e escrever, de 79,9%, comparado ao de 79,6% das mulheres.</h4>
<h4>A Região Sul se mantém com a maior taxa de alfabetização de pessoas com 15 anos ou mais. O percentual passou de 94,9% em 2010 para 96,6% em 2022. Em seguida, com maiores taxas, vem a Região Sudeste, que variou de 94,6% em 2010 para 96,1% em 2022.</h4>
<h4>O percentual de alfabetização da Região Nordeste permaneceu o mais baixo do país, embora tenha apresentado aumento – de 80,9% em 2010 para 85,8% em 2022. A segunda menor taxa de alfabetização foi encontrada na Região Norte tanto em 2010 quanto em 2022. Nessa região, o indicador seguiu a tendência nacional, passando de 88,8% em 2010 para 91,8% em 2022, situando-se um pouco mais próximo do índice da Região Centro-Oeste, que passou de 92,8% em 2010 para 94,9% em 2022.</h4>
<h4>População indígena</h4>
<h4>A taxa de alfabetização das pessoas indígenas – incluindo as que se consideram indígenas pelo critério de pertencimento –, foi 85% em 2022. De 2010 para 2022, a taxa de analfabetismo dessa população caiu de 23,4% para 15,1%. A queda mais expressiva foi observada na região Norte (de 31,3% para 15,3%).</h4>
<h4>A queda na taxa de analfabetismo das pessoas indígenas ocorreu em todas as faixas etárias, com as maiores reduções nas faixas de 35 a 44 anos (de 22,9% para 12%), 55 a 64 anos (de 38,3% a 27,4%) e 25 a 34 anos de idade (de 17,4% para 6,7%). Os homens indígenas de 15 anos ou mais têm taxa de alfabetização de 85,7%, 1,4 p.p. acima da taxa de alfabetização das mulheres indígenas (84,3%).</h4>
<h4>(As informações e os dados são da Agência Brasil e IBGE).</h4>
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		<title>Bahia: Número de mortes caiu na Bahia em 2022, após três anos em alta aponta IBGE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joabes Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Mar 2024 00:33:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas de Itarantim]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 2022, ainda sob algum efeito da pandemia de Covid-19, foram registradas 102.585 mortes na Bahia. O número foi 6,9% menor do que o verificado em 2021 (110.145), o que representou um saldo de menos 7.560 óbitos em um ano. Esta primeira queda nos óbitos no estado, após três anos de altas, não foi suficiente, porém, para que o número voltasse ao patamar pré-pandemia, de 90.404 mortes em 2019. Na verdade, o total de mortes na Bahia em 2022 (102.585) ainda ficou acima do registrado em 2020 (102.189), primeiro ano da pandemia, quando houve um aumento recorde de óbitos. Também [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="conteudo_post">
<h4>Em 2022, ainda sob algum efeito da pandemia de Covid-19, foram registradas 102.585 mortes na Bahia. O número foi 6,9% menor do que o verificado em 2021 (110.145), o que representou um saldo de menos 7.560 óbitos em um ano. Esta primeira queda nos óbitos no estado, após três anos de altas, não foi suficiente, porém, para que o número voltasse ao patamar pré-pandemia, de 90.404 mortes em 2019.</h4>
<h4>Na verdade, o total de mortes na Bahia em 2022 (102.585) ainda ficou acima do registrado em 2020 (102.189), primeiro ano da pandemia, quando houve um aumento recorde de óbitos. Também foi significativamente superior à média de mortes registradas anualmente, entre 2000 e 2019 (de 74.937 óbitos).</h4>
<h4>A queda percentual da mortalidade na Bahia entre 2021 e 2022 (-6,9%) foi bem menor do que a do Brasil como um todo e a 2a mais baixa entre as 27 unidades da Federação, todas as quais tiveram redução no total de óbitos registrado, no período. No país, o número de mortes recuou 15,8%, chegando a 1.504.763 em 2022, 281.584 a menos do que em 2021.</h4>
<h4>No entanto, o valor observado para 2022 também foi bastante superior ao de 2019 (1.317.292 óbitos naquele ano). Dentre os estados, só o Acre tinha conseguido, em 2022, voltar ao patamar de mortes de 2019 (4.001 e 4.019 óbitos, respectivamente).</h4>
<h4><strong>Salvador tem queda mais intensa –</strong> Em 2022, foram registrados 18.919 óbitos na capital baiana, 13,9% a menos do que 2021 (quando haviam ocorrido 21.984). Isso correspondeu a menos 3.065 mortes em um ano. Porém, como ocorreu na Bahia como um todo, este número ainda estava bem acima do de 2019 (16.955) e da média anual entre 2000 e 2019 (15.139 óbitos).</h4>
<h4>As 27 capitais tiveram redução nos óbitos entre 2021 e 2022. Salvador teve apenas a 23ª maior queda percentual (-13,9%) e a 10ª em termos absolutos (-3.065 mortes). Em 2022, Bahia teve 4ª queda anual seguida no total de nascimentos (-5,8%) e a maior redução em termos absolutos do país: menos 10.744 do que em 2021</h4>
<h4>Em toda a Bahia, 173.686 pessoas nasceram e foram registradas em 2022. O número de nascimentos caiu no estado pelo quarto ano consecutivo e foi o menor em 26 anos, desde 1996, quando 173.087 crianças haviam nascido e sido registradas.</h4>
<h4>Frente a 2021 (quando haviam nascido 184.430 pessoas), houve uma queda de 5,8% no número de registros na Bahia – também a taxa de recuo mais intensa em 26 anos, desde os -6,3% de 1996. Isso representou menos 10.744 nascimentos em um ano. A redução em números absolutos (-10.744), na Bahia, foi a maior entre os estados, no período, enquanto a taxa de recuo (-5,8%) foi a 8ª mais expressiva.</h4>
<h4>Entre 2021 e 2022, houve queda no total de nascimentos no Brasil como um todo e em 25 das 27 unidades da Federação. Foram registrados no país 2.542.298 nascimentos em 2022, 93.556 a menos do que no ano anterior (-3,5%). Acima da Bahia, São Paulo (-10.658 nascimentos no período) e Maranhão (-8.877) mostraram as maiores reduções absolutas. Já Paraíba (-9,9%), Maranhão (-8,5%) e Sergipe (-7,8%) apresentaram as taxas de recuo mais intensas.</h4>
<h4>Apenas Santa Catarina (+1.960 nascimentos entre 2021 e 2022, ou +2,0%) e Mato Grosso (+1.024 nascimentos ou +1,8%) tiveram altas nos números de crianças nascidas entre 2021 e 2022. O número de crianças nascidas também seguiu em queda em Salvador, mostrando o 5º recuo anual consecutivo. Em 2022, nasceram e foram registradas 27.037pessoas na capital baiana, um número 5,3% mais baixo que o de 2021, com menos 1.508 nascimentos de um ano para o outro.</h4>
<h4><strong>Nascimentos e registros –</strong> O total de crianças nascidas e registradas em Salvador em 2022 bateu o recorde anterior (de 2021) e foi o menor em 48 anos, desde 1974, início da série das Estatísticas do Registro Civil, quando 28.787 pessoas haviam nascido e sido registradas no mesmo ano.</h4>
<h4>Entre 2021 e 2022, 26 das 27 capitais apresentaram recuos nos números de nascimentos registrados. As maiores reduções em termos absolutos ocorreram em São Paulo/SP (menos 4.333 nascimentos), Rio de Janeiro/RJ (-3.432) e Brasília/DF (-2.030 (-1.341). Salvador ficou em 4º lugar. Já em termos percentuais, João Pessoa/PB (-11,2%), São Luís/MA (-8,7%) e Aracaju/SE (-7,0%) lideraram, e Salvador teve a 7ª taxa. Só Florianópolis/SC teve alta (+3,2% ou +187 nascimentos). Entre 2021 e 2022, 3 em cada 4 municípios baianos (75,1% ou 313 de 417) tiveram redução no número de nascimentos</h4>
<h4>Salvador não foi o único município baiano com menos nascimentos em 2022 do que em 2021. De um ano para o outro, 3 em cada 4 cidades do estado mostraram recuos na natalidade: 313 dos 417 municípios, ou 75,1%.</h4>
<h4>As maiores quedas percentuais ocorreram em Nova Ibiá (-42,9%, de 70 para 40 nascimentos, entre 2021 e 2022), Lajedinho (-41,5%, de 53 para 31) e Apuarema (-37,6%, de 117 para 73). Em termos absolutos, as maiores cidades em população também mostraram as reduções mais significativas: Salvador (-1.508, ou -5,3%), Feira de Santana (-384 ou -4,6%) e Vitória da Conquista (-269 ou -5,2%).</h4>
<h4>No outro extremo, Luís Eduardo Magalhães teve o maior aumento absoluto no número de nascimentos, entre 2021 e 2022 (+94, de 1.995 para 2.089, ou +4,7%), seguido por Mucuri (+54 nascimentos, de 488 para 542, ou +11,1%) e Caetité (+51 nascimentos, de 591 para 642, ou +8,6%).</h4>
<h4>Já as maiores taxas de crescimento no número de nascimentos foram as de Aiquara (+60,0%, de 20 para 32), Guajeru (+37,5%, de 56 para 77) e Marcionílio Souza (+36,8%, de 87 para 119). Considerando os extremos de um período maior, entre 2001 e 2022, quase 9 em cada 10 municípios da Bahia tiveram queda nos nascimentos: 371 de 417, ou 89,0%. (Bahia.ba).</h4>
</div>
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		<title>IBGE: Itarantim ao lado de Macarani e Itapetinga são os municípios que mais registraram divórcios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joabes Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Mar 2024 15:53:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas de Itarantim]]></category>
		<category><![CDATA[dados]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Itarantim]]></category>
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					<description><![CDATA[Centenas de milhares de dados do Registro Civil divulgados nesta quarta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram a quantidade e localização dos nascimentos, mortes, casamentos e divórcios em cada cidade do Brasil em 2022. Itarantim junto com Itapetinga e Macarani foram as cidades que mais realizaram divórcios em 2022 segundo os dados do IBGE. Itarantim com uma população estimada segundo os dados de 17. 052 mil habitantes realizou em 2022 65 casamentos e no mesmo ano 36 pessoas se divorciaram só perdendo para Macarani que ficou com 57 e Itapetinga 93. Os municípios da nossa região com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4 class="gmail-content-text__container">Centenas de milhares de dados do Registro Civil divulgados nesta quarta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram a quantidade e localização dos nascimentos, mortes, casamentos e divórcios em cada cidade do Brasil em 2022.</h4>
<h4>Itarantim junto com Itapetinga e Macarani foram as cidades que mais realizaram divórcios em 2022 segundo os dados do IBGE. Itarantim com uma população estimada segundo os dados de 17. 052 mil habitantes realizou em 2022 65 casamentos e no mesmo ano 36 pessoas se divorciaram só perdendo para Macarani que ficou com 57 e Itapetinga 93.</h4>
<h4>Os municípios da nossa região com menos divórcios ou nenhum foram Maiquinique que não registrou nenhum e a cidade de Potiraguá que registrou apenas um divórcio em 2022.</h4>
<h4>Os dados do IBGE ainda mostraram que a única cidade da nossa região que realizou casamento do mesmo sexo foi o município de Macarani, com um casamento.</h4>
<h4>O IBGE divulgou dados completos da pesquisa que mostra ainda a quantidade de pessoas que morreram e nasceram neste mesmo ano. Itarantim neste ano morreram 100 pessoas e 158 pessoas nasceram no município.</h4>
<h4>O IBGE divulgou muitas informações interessantes sobre as estatísticas de Registro Civil em 2022. É interessante ver como esses dados refletem a dinâmica das relações e eventos sociais em diferentes cidades.</h4>
<h4>É impressionante ver como os números de casamentos e divórcios variam entre as cidades da região. Esses dados podem ser úteis para entender melhor as tendências e necessidades das comunidades locais.</h4>
<h4>Além disso, é interessante notar a diversidade de situações, como o registro de casamento do mesmo sexo em Macarani. Isso representa uma mudança significativa nas práticas e reconhecimento social.</h4>
<h4>E quanto aos números de nascimentos e mortes, eles também são importantes indicadores do crescimento populacional e das condições de saúde em cada município.</h4>
<h4>Esses dados oferecem uma visão abrangente da dinâmica social e demográfica, e é ótimo poder ter acesso a essas informações.</h4>
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		<title>O Brasil ficou menos masculino: Mulheres são maioria em todas as regiões, segundo censo do 2022</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joabes Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Oct 2023 14:12:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas de Itarantim]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[De acordo com o censo do IBGE de 2022, as mulheres se tornaram maioria em todas as regiões do Brasil pela primeira vez em cinco décadas. Segundo informações divulgadas pelo instituto nesta sexta-feira (27), faltava apenas a região norte para consolidar essa informação. O principal indicador utilizado pelo IBGE é a &#8220;razão de sexo&#8221;, que considera o número de homens em relação ao número de mulheres. Em 1980, havia 98,7 homens para cada 100 mulheres, mas em 2022 essa proporção passou a ser de 94,2 homens para cada 100 mulheres. Com uma população residente de 203.080.756 pessoas, o país conta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>De acordo com o censo do IBGE de 2022, as mulheres se tornaram maioria em todas as regiões do Brasil pela primeira vez em cinco décadas. Segundo informações divulgadas pelo instituto nesta sexta-feira (27), faltava apenas a região norte para consolidar essa informação.</h4>
<h4>O principal indicador utilizado pelo IBGE é a &#8220;razão de sexo&#8221;, que considera o número de homens em relação ao número de mulheres. Em 1980, havia 98,7 homens para cada 100 mulheres, mas em 2022 essa proporção passou a ser de 94,2 homens para cada 100 mulheres.</h4>
<h4>Com uma população residente de 203.080.756 pessoas, o país conta com 104.548.325 mulheres (51,5%) e 98.532.431 homens (48,5%), resultando em um excedente de 6.015.894 mulheres em relação ao número de homens. Além disso, o censo também revelou que quanto mais populoso é o município, maior é a presença feminina, com destaque para os municípios de São Paulo.</h4>
<h4>Esse aumento da presença feminina nas regiões do Brasil reflete os avanços conquistados pelas mulheres ao longo dos anos e reforça a importância da igualdade de gênero na sociedade. É um marco significativo no caminho rumo à equidade e empoderamento das mulheres brasileiras.</h4>
<p>Confira informações nos gráficos:</p>
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<div class="shadow overflow-hidden rounded-lg d-block w-100"><img decoding="async" class="flex-fill img-cover" title="Arte/Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/hdvWrrC42lv_vs17fkZLdJ3TpxQ=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/censo_2023_proporcao_homens_mulheres.png?itok=glznUkuO" alt="censo_numero_mais_velho" /></div>
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<h6 class="meta"></h6>
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		<item>
		<title>A Bahia tem 23 cidades com mais eleitores do que habitantes, quatro delas na nossa região</title>
		<link>https://www.cronicasdeitarantim.com.br/v1/2023/09/11/a-bahia-tem-23-cidades-com-mais-eleitores-do-que-habitantes-quatro-delas-na-nossa-regiao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Joabes Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Sep 2023 20:26:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Censo]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas de Itarantim]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[População]]></category>
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					<description><![CDATA[A Bahia tem 23 municípios com números de eleitores maior que habitantes, estes números foram constatados em um levantamento do portal Correio, que cruzou os dados de população do Censo 2022, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com os dados de eleitores de dezembro de 2022 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). No Censo de 2010 era apenas uma cidade com essa discrepância de mais eleitores que habitantes, era, segundo com as informações, o menor município da Bahia, Catolândia no Oeste baiano. A escalada foi enorme em 12 anos subindo de uma cidade para 23. O motivo disso [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="mdc-layout-grid__cell mdc-layout-grid__cell--span-6-desktop mdc-layout-grid__cell--span-8-tablet comp paragrafo cXenseParse">
<h4>A Bahia tem 23 municípios com números de eleitores maior que habitantes, estes números foram constatados em um levantamento do portal Correio, que cruzou os dados de população do Censo 2022, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com os dados de eleitores de dezembro de 2022 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).</h4>
<h4>No Censo de 2010 era apenas uma cidade com essa discrepância de mais eleitores que habitantes, era, segundo com as informações, o menor município da Bahia, Catolândia no Oeste baiano. A escalada foi enorme em 12 anos subindo de uma cidade para 23.</h4>
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<h4>O motivo disso é simples, explica o cientista político e professor da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab), Cláudio André diz que é muito difícil que isso seja usado como argumento para se atribuir um erro de contagem habitacional por parte do IBGE. “Essas cidades têm histórico de grandes fluxos migratórios. Há uma prevalência de pessoas que mantêm o domicílio eleitoral, mas vão viver em outros municípios. Isso costuma ocorrer também quando se tem grandes cidades próximas”, observa.</h4>
<h4>Na nossa região quatro municípios estão na lista, Itororó com 16.617 habitantes e 17.372 eleitores. Firmino Alves com 4.873 habitantes e 5.291 eleitores. Santa Cruz da Vitória com 4.681 habitantes e 5.028 eleitores e Caatiba com 6.205 habitantes e 6.524 eleitores.</h4>
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<p>&nbsp;</p>
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		<title>Dez cidades da Bahia poderão reduzir número de vereadores, Itapetinga e Itarantim teve queda populacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joabes Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jul 2023 17:29:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara de vereadores]]></category>
		<category><![CDATA[Censo]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas de Itarantim]]></category>
		<category><![CDATA[Diminuição]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[LEGISLATIVO]]></category>
		<category><![CDATA[População]]></category>
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					<description><![CDATA[Muitas cidades do Brasil e dez cidades da Bahia deverão ter uma redução no número de vereadores. Essa informação é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estáticas (IBGE) de acordo com censo realizado em 2022 que anunciou redução populacional em alguns municípios. A medida já começa a valer para as próximas eleições de 2024. Uma das cidades que poderá ter essa redução é Simões Filho na região Metropolitana de Salvador que teve uma diminuição considerável no número populacional. Aqui em Itarantim a Câmara de Vereadores tem onze parlamentares e segundo o censo a cidade teve uma grande diminuição populacional. Com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas cidades do Brasil e dez cidades da Bahia deverão ter uma redução no número de vereadores. Essa informação é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estáticas (IBGE) de acordo com censo realizado em 2022 que anunciou redução populacional em alguns municípios. A medida já começa a valer para as próximas eleições de 2024.</p>
<p>Uma das cidades que poderá ter essa redução é Simões Filho na região Metropolitana de Salvador que teve uma diminuição considerável no número populacional.</p>
<p>Aqui em Itarantim a Câmara de Vereadores tem onze parlamentares e segundo o censo a cidade teve uma grande diminuição populacional. Com isso, muitas cidades que tiveram a redução na sua população, o IBGE terá que realizar um cálculo nos números, como pede a Constituição Federal no seu artigo 29 . Mas isso não quer dizer que Itarantim terá redução de vereadores, até o momento não há essa informação.</p>
<p>A cidade de Itapetinga, também sofreu redução populacional segundo o censo do IBGE.</p>
<p>De acordo também com o novo Censo, 61,6% dos municípios baianos têm até 20 mil moradores e vários deles tiveram um aumento na população local. Na nossa região as cidades de Potiraguá e Macarani estão incluídas nestes números e se fala em alguns destes municípios em aumento nas cadeiras do legislativo.</p>
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		<title>Cerca de 600 Municípios contestam Censo 2022 do IBGE por receio de perda de recursos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joabes Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Jul 2023 13:48:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Censo]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas de Itarantim]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeituras]]></category>
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					<description><![CDATA[Cerca de 600 prefeituras de todo o país demonstraram preocupação com a perda de recursos e planejam recorrer à Justiça para solicitar uma revisão dos dados populacionais do último censo realizado no país, que apontou uma considerável queda populacional. Isso porque a contagem da população tem um impacto direto nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), uma importante receita para a maioria das cidades brasileiras. De acordo com a Confederação Nacional de Municípios (CNM), as perdas totais chegam a R$ 3 bilhões. Mais de 600 prefeituras participaram de uma reunião virtual e presencial realizada pela CMN para discutir as [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="styles__Body-sc-1ffquwr-7 ePhtZb">
<p>Cerca de 600 prefeituras de todo o país demonstraram preocupação com a perda de recursos e planejam recorrer à Justiça para solicitar uma revisão dos dados populacionais do último censo realizado no país, que apontou uma considerável queda populacional. Isso porque a contagem da população tem um impacto direto nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), uma importante receita para a maioria das cidades brasileiras.</p>
<p>De acordo com a Confederação Nacional de Municípios (CNM), as perdas totais chegam a R$ 3 bilhões. Mais de 600 prefeituras participaram de uma reunião virtual e presencial realizada pela CMN para discutir as perdas.</p>
<blockquote><p>Desvios muito acentuados entre a população estimada e a efetiva, conforme se mostrou neste Censo, apontam para erros de estimativas com sérias consequências para a gestão municipal, disse a CNM.</p></blockquote>
<p>Segundo a confederação, o impacto é maior em regiões mais carentes: 29% das cidades do Norte terão um coeficiente menor; 18% no Nordeste; 11% no Sudeste e Centro-Oeste; e 8% no Sul.</p>
<p>O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) defendeu, por sua vez, em comunicado, a qualidade e confiabilidade do censo.</p>
<p>Itarantim, Itapetinga e Maiquinique, cidades da nossa região tiveram uma queda populacional drástica e esses municípios terão quedar no repasse.</p>
</div>
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		<title>População de Maiquinique é de 8.731 pessoas, Censo prevê diminuição da população</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joabes Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jun 2023 18:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Municípios]]></category>
		<category><![CDATA[Censo]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas de Itarantim]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Maiquinique]]></category>
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					<description><![CDATA[O município de Maiquinique localizado na região do médio sudoeste da Bahia, no ano de 2018/2021 tinha uma população de 10 016 habitantes. Numa queda drástica a cada ano a população do município vem caindo consideravelmente e neste ano de 2023 o Censo apontou que a cidade tem apenas 8.731 habitantes, uma queda durante estes anos de quase dois mil habitantes. Nas prévias do IBGE divulgadas este ano a prefeitura da cidade chegou a sinalizar que iria sofrer baixa na arrecadação por conta da queda populacional. A prefeitura tem uma arrecadação muito pequena entre as cidades da região e com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>O município de Maiquinique localizado na região do médio sudoeste da Bahia, no ano de 2018/2021 tinha uma população de 10 016 habitantes. Numa queda drástica a cada ano a população do município vem caindo consideravelmente e neste ano de 2023 o Censo apontou que a cidade tem apenas 8.731 habitantes, uma queda durante estes anos de quase dois mil habitantes.</h4>
<h4>Nas prévias do IBGE divulgadas este ano a prefeitura da cidade chegou a sinalizar que iria sofrer baixa na arrecadação por conta da queda populacional. A prefeitura tem uma arrecadação muito pequena entre as cidades da região e com a diminuição da população a cidade iria passar por um momento muito crítico com a queda na arrecadação devido a essa diminuição.</h4>
<h4>O município de Maiquinique passa por uma crise política há tempos, um prefeito cassado pela justiça no ano de 2022, Jesulino Porto e uma prefeita que governou a cidade no ano de 2012 que foi investigada pela Polícia Federal (PF) no seu mandato que deixou o governo como um dos piores que já se passaram por Maiquinique.</h4>
<h4>A cidade vive um mandato, que chamamos de&#8221;Tampão&#8221; com a prefeita Valéria Silveira, que ganhou a eleição suplementar de 2022 com o afastamento pela justiça de Jesulino Porto.</h4>
<h4>Durante este período de afastamento do ex-gestor a prefeitura ficou sob o comando interino do presidente da Câmara, Chico Batoré, que segundo com informações da atual gestão deixou dívidas exorbitantes na prefeitura quando a prefeita assumiu.</h4>
<h4>Hoje a prefeita enfrenta uma forte crise de críticas com a sua gestão e no início do ano alegou problemas financeiros e um deles foi por conta da baixa arrecadação por conta da queda da população. A prefeita teve que fazer uma série de demissões no corpo do seu governo para manter o pagamento de fornecedores em dia e, ainda segundo com informações de pessoas que prestam serviços para a prefeitura, muitos ainda estão há meses sem receber.</h4>
<h4>Com essa queda populacional que a cidade teve, a crise pode piorar, já que perderá boa parte de repasses, recursos que são de fundamental importância para manter o município com equilíbrio financeiro sem entrar num colapso total.</h4>
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		<title>Itarantim tem queda populacional e Censo aponta 17.052 pessoas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joabes Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jun 2023 16:08:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Municípios]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas de Itarantim]]></category>
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		<category><![CDATA[População]]></category>
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					<description><![CDATA[O IBGE divulgou nesta quarta-feira (28) os primeiros resultados do Censo Demográfico de 2022. A cidade de Itarantim teve uma queda populacional desde o último Censo realizado que contava com um número populacional de quase 20 mil habitantes. O Censo de 2022 aponta que Itarantim tem uma população de 17.052 pessoas e uma queda de quase 3 mil pessoas. No começo do ano o site já tinha publicado uma matéria falando da queda no número da população, na oportunidade o IBGE lançou prévias mostrando uma baixa trágica no número de pessoas na cidade e na região, uma das alegações foi [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="gmail-content-head__subtitle">O IBGE divulgou nesta quarta-feira (28) os primeiros resultados do Censo Demográfico de 2022. A cidade de Itarantim teve uma queda populacional desde o último Censo realizado que contava com um número populacional de quase 20 mil habitantes. O Censo de 2022 aponta que Itarantim tem uma população de 17.052 pessoas e uma queda de quase 3 mil pessoas.</h4>
<h4>No começo do ano o site já tinha publicado uma matéria falando da queda no número da população, na oportunidade o IBGE lançou prévias mostrando uma baixa trágica no número de pessoas na cidade e na região, uma das alegações foi que muitas casas ficaram sem ser consultadas pelos recenseadores.</h4>
<h4>Com baixa no número populacional a cidade perde na arrecadação em recursos e muitas cidades desde das prévias divulgadas já estavam sofrendo com a baixa arrecadação por conta do número populacional.</h4>
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		<title>Dados preliminares do Censo devem ser divulgados em junho, diz IBGE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joabes Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 May 2023 18:13:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A etapa de apuração de dados do Censo Demográfico 2022, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), foi encerrada no último domingo (28). O IBGE estima que no período de um mês, em 28 de junho, ocorrerá a divulgação dos resultados preliminares da pesquisa nacional, com plano de chegar até o fim de dezembro com cerca de 80% a 90% do censo divulgado. A coleta de dados iniciou em 1º de agosto de 2022 como informou o portal Metro1, sendo a única pesquisa domiciliar que percorre todos os 5.570 municípios do Brasil. O objetivo é oferecer um retrato [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="styles__Body-sc-1ffquwr-7 ePhtZb">
<h4>A etapa de apuração de dados do Censo Demográfico 2022, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), foi encerrada no último domingo (28). O IBGE estima que no período de um mês, em 28 de junho, ocorrerá a divulgação dos resultados preliminares da pesquisa nacional, com plano de chegar até o fim de dezembro com cerca de 80% a 90% do censo divulgado.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1535741&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1535741&amp;o=node" /></h4>
<h4>A coleta de dados iniciou em 1º de agosto de 2022 como informou o portal Metro1, sendo a única pesquisa domiciliar que percorre todos os 5.570 municípios do Brasil. O objetivo é oferecer um retrato da população e das condições domiciliares no país. Para abranger a todos, em março, o Ibge realizou, em 20 estados, a Ação Nacional de Mobilização nas favelas, comunidades, vilas, grotas ou palafitas. As comunidades indigenas também foram consultadas através de apoio entre o IBGE e a Funai.</h4>
<h4>Já a etapa de coleta da pesquisa foi encerrada em março deste ano e a expectativa era de que os primeiros resultados do levantamento começassem a ser divulgados no final do mês passado (abril). Ao todo, 189.261.144 cidadãos foram recenseados pelo órgão.</h4>
</div>
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