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	<title>Fome &#8211; CRÔNICAS DE ITARANTIM \\ Noticias da Região!</title>
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	<title>Fome &#8211; CRÔNICAS DE ITARANTIM \\ Noticias da Região!</title>
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		<title>Fome em Gaza atinge “catástrofe humanitária” e causa cada vez mais mortes por desnutrição, aponta ONU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joabes Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2025 12:56:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[A fome em Gaza atingiu a fase 5, a mais grave na Classificação Integrada de Fases da Segurança Alimentar (IPC), da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), considerada &#8220;catástrofe humanitária&#8221;. O relatório do IPC alerta que a fome generalizada, a desnutrição e as doenças estão elevando as mortes relacionadas à fome. Dados recentes indicam que os limiares de fome foram superados, com a maioria da Faixa de Gaza enfrentando severa escassez alimentar e desnutrição aguda, especialmente na Cidade de Gaza, onde a desnutrição infantil chegou a 16,5% só na metade de julho. A fase 5 é caracterizada [&#8230;]]]></description>
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<p>A fome em Gaza atingiu a fase 5, a mais grave na Classificação Integrada de Fases da Segurança Alimentar (IPC), da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), considerada &#8220;catástrofe humanitária&#8221;. O relatório do IPC alerta que a fome generalizada, a desnutrição e as doenças estão elevando as mortes relacionadas à fome.</p>
<p>Dados recentes indicam que os limiares de fome foram superados, com a maioria da Faixa de Gaza enfrentando severa escassez alimentar e desnutrição aguda, especialmente na Cidade de Gaza, onde a desnutrição infantil chegou a 16,5% só na metade de julho.</p>
<p>A fase 5 é caracterizada por extrema falta de alimentos, com pelo menos 20% das famílias afetadas. Além disso, mais de 30% das crianças enfrentam desnutrição grave e a mortalidade diária chega a dois mortos por 10.000 pessoas. A situação em Gaza continua a piorar, com previsões de que meio milhão de pessoas enfrentem catástrofe humanitária até o fim de 2025. Israel também tem impedido a Organização das Nações Unidas (ONU) e ONGs de realizarem qualquer ajuda humanitária.</p>
<p>O genocídio já causou mais de 60 mil mortes desde outubro de 2023, a maioria civis, segundo o Ministério da Saúde de Gaza, com confirmação da ONU. A crise humanitária continua a devastar a população de Gaza, que já ultrapassa 2 milhões de pessoas. (Metro1).</p>
</div>
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		<title>Brasil sai novamente do Mapa da Fome, aponta relatório da ONU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joabes Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jul 2025 02:59:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil saiu novamente do Mapa da Fome, segundo relatório divulgado nesta segunda-feira, 28 de julho, pela Organização das Nações Unidas (ONU). De acordo com o levantamento, menos de 2,5% da população brasileira está em risco de subnutrição — índice que tira o país da categoria de insegurança alimentar grave após três anos. O Mapa da Fome é elaborado pela FAO, agência da ONU para Alimentação e Agricultura, e avalia o acesso da população à alimentação suficiente para manter uma vida ativa e saudável. O anúncio foi feito durante a 2ª Cúpula de Sistemas Alimentares da ONU, em Adis Abeba, [&#8230;]]]></description>
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<article dir="auto" tabindex="-1" data-scroll-anchor="true" data-testid="conversation-turn-2" data-turn="assistant">
<h3 data-end="560" data-start="220">O Brasil saiu novamente do Mapa da Fome, segundo relatório divulgado nesta segunda-feira, 28 de julho, pela Organização das Nações Unidas (ONU). De acordo com o levantamento, menos de 2,5% da população brasileira está em risco de subnutrição — índice que tira o país da categoria de insegurança alimentar grave após três anos.</h3>
<h3 data-end="740" data-start="562">O Mapa da Fome é elaborado pela FAO, agência da ONU para Alimentação e Agricultura, e avalia o acesso da população à alimentação suficiente para manter uma vida ativa e saudável. O anúncio foi feito durante a 2ª Cúpula de Sistemas Alimentares da ONU, em Adis Abeba, na Etiópia.</h3>
<h3 data-end="1229" data-start="842">O Brasil já havia deixado o Mapa da Fome em 2014, mas voltou à lista após a análise de dados de 2018 a 2020, quando houve aumento da insegurança alimentar. Agora, com base na média de dados de 2022 a 2024, o relatório “O Estado da Segurança Alimentar e Nutricional no Mundo 2025” aponta que o país voltou a ficar abaixo do limite de 2,5%, critério usado pela ONU para a exclusão do Mapa.</h3>
<h3 data-end="1385" data-start="1231">A organização considera desnutrida a pessoa que, de forma habitual, consome menos calorias e nutrientes do que o necessário para manter uma vida saudável.</h3>
</article>
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		<title>Mundo: Papa pede aos líderes do G20 ações imediatas contra a fome e a pobreza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joabes Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Nov 2024 00:12:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[O papa Francisco enviou uma mensagem aos líderes do G20, reunidos no Rio de Janeiro, em que defende a urgência de ações concretas no combate à fome e à pobreza no mundo. No documento, endereçado ao presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, o papa Francisco faz um apelo por solidariedade global e coordenação entre as nações para enfrentar injustiças sociais e econômicas e sublinha que ações imediatas e conjuntas são indispensáveis para erradicar a fome e a pobreza, com foco na dignidade humana, no acesso aos bens essenciais e na redistribuição justa de recursos. A Cúpula de Líderes do G20 [&#8230;]]]></description>
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<h4>O papa Francisco enviou uma mensagem aos líderes do G20, reunidos no Rio de Janeiro, em que defende a urgência de ações concretas no combate à fome e à pobreza no mundo. No documento, endereçado ao presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, o papa Francisco faz um apelo por solidariedade global e coordenação entre as nações para enfrentar injustiças sociais e econômicas e sublinha que ações imediatas e conjuntas são indispensáveis para erradicar a fome e a pobreza, com foco na dignidade humana, no acesso aos bens essenciais e na redistribuição justa de recursos.<img decoding="async" class=" lazyloaded" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1620342&amp;o=node" data-src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1620342&amp;o=node" /><img decoding="async" class=" lazyloaded" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1620342&amp;o=node" data-src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1620342&amp;o=node" /></h4>
<h4>A Cúpula de Líderes do G20 (grupo das 19 maiores economias do planeta, mais União Europeia e União Africana) começou nesta segunda-feira (18) e vai até terça (19).</h4>
<h4>“É evidente que devem ser tomadas ações imediatas e decisivas para erradicar o flagelo da fome e da pobreza. Tais ações devem ser realizadas de forma conjunta e colaborativa, com o envolvimento de toda a comunidade internacional. A implementação de medidas eficazes requer um compromisso concreto dos governos, das organizações internacionais e da sociedade como um todo. A centralidade da dignidade humana, dada por Deus, de cada indivíduo, o acesso aos bens essenciais e a justa distribuição de recursos devem ser priorizados em todas as agendas políticas e sociais.”</h4>
<h4>Um dos pilares do texto é a abordagem de Francisco sobre a proposta de criação da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza. O papa também alertou contra iniciativas que ignoram as reais necessidades dos mais pobres e enfatizou que a fome resulta de desigualdades estruturais na distribuição de recursos, não da escassez de alimentos.</h4>
<h4>“A aliança poderia começar implementando a proposta de longa data da Santa Sé, que propõe redirecionar fundos atualmente alocados para armas e outros gastos militares para um fundo global destinado a combater a fome e promover o desenvolvimento nos países mais empobrecidos. Essa abordagem ajudaria a evitar que os cidadãos desses países tivessem que recorrer a soluções violentas ou ilusórias, ou a deixar seus países em busca de uma vida mais digna”, avaliou a Santa Sé.</h4>
<h4>A mensagem destaca a importância de uma solidariedade internacional baseada na fraternidade. O papa pediu ao G20 que mantenha a luta contra a fome como prioridade permanente, não apenas em momentos de crise. Ao encerrar, Francisco instou os líderes a tomarem decisões ousadas e concretas.</h4>
<h4>“A Santa Sé continuará promovendo a dignidade humana e fazendo sua contribuição específica para o bem comum, oferecendo a experiência e o engajamento das instituições católicas ao redor do mundo, para que em nosso mundo nenhum ser humano, como pessoa amada por Deus, seja privado de seu pão diário. Que o Deus Todo Poderoso abençoe abundantemente seus trabalhos e esforços para o verdadeiro progresso de toda a família humana.” (Bahia.ba.)</h4>
</div>
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		<title>Um giro pelo mundo: País Africano libera matança de animais para alimentar população da fome causada pela seca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joabes Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Aug 2024 01:46:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[África]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
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		<category><![CDATA[Namibia]]></category>
		<category><![CDATA[Seca]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo da Namíbia, localizada no sul da África, irá liberar a matança de animais por conta da seca no país que tem gerado uma grande fome que assola o país. O governo planeja matar 723 animais selvagens, incluindo 83 elefantes, para fazer a distribuição de carnes para as pessoas. Além dos elefantes, 30 hipopótamos, 60 búfalos, 50 impalas, 100 gnus azuis, 300 zebras e 100 elandes &#8211; o maior antílope africano &#8211; devem ser abatidos; 157 animais já foram caçados por caçadores profissionais e empresas contratadas pelo governo, rendendo mais de 56.800 quilos de carne. O sul da África está [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>O governo da Namíbia, localizada no sul da África, irá liberar a matança de animais por conta da seca no país que tem gerado uma grande fome que assola o país. O governo planeja matar 723 animais selvagens, incluindo 83 elefantes, para fazer a distribuição de carnes para as pessoas.</h4>
<h4>Além dos elefantes, 30 hipopótamos, 60 búfalos, 50 impalas, 100 gnus azuis, 300 zebras e 100 elandes &#8211; o maior antílope africano &#8211; devem ser abatidos; <span class="gmail-highlight gmail-highlighted">157 animais já foram caçados por caçadores profissionais e empresas contratadas pelo governo, rendendo mais de 56.800 quilos de carne.</span></h4>
<h4>O sul da África está enfrentando sua pior seca em décadas. De acordo com as Nações Unidas, a Namíbia esgotou 84% de suas reservas de alimento no mês passado e quase metade da população deve experimentar altos níveis de insegurança alimentar nos próximos meses.</h4>
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		<title>Brasil: Redução da pobreza leva a queda de 50% na taxa de suicídios, aponta pesquisador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joabes Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jun 2024 14:26:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[O grau de pobreza de uma população é diretamente relacionado às suas condições de saúde. Para discutir sobre o assunto, o médico epidemiologista e mestre em Saúde Comunitária Maurício Barreto concedeu entrevista à Rádio Metropole nesta quinta-feira (27). Durante sua participação, Maucício ressaltou que uma pequena melhora nas condições financeiras de uma família já tem um papel determinante em sua saúde. &#8220;Se olhar historicamente as condições de saúde de qualquer população, as grandes transformações que ocorrem são relacionadas às mudanças nas condições de vida da dela&#8221;, afirmou. Maurício aponta que com a redução da pobreza, há uma melhora na capacidade de compra dos indivíduos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>O grau de pobreza de uma população é diretamente relacionado às suas condições de saúde. Para discutir sobre o assunto, o médico epidemiologista e mestre em Saúde Comunitária Maurício Barreto concedeu entrevista à <strong>Rádio Metropole</strong> nesta quinta-feira (27).</h4>
<h4>Durante sua participação, Maucício ressaltou que uma pequena melhora nas condições financeiras de uma família já tem um papel determinante em sua saúde. &#8220;Se olhar historicamente as condições de saúde de qualquer população, as grandes transformações que ocorrem são relacionadas às mudanças nas condições de vida da dela&#8221;, afirmou.</h4>
<h4>Maurício aponta que com a redução da pobreza, há uma melhora na capacidade de compra dos indivíduos e concomitantemente há avanço nas condições de nutrição. &#8220;Só nos ultimos anos as crianças do Brasil cresceram 1 cm em altura. Isso está relacionado à capacidade e ampliação do acesso à alimentação principalmente do ano 2000 para cá, com o Bolsa Família  e outros benefícios que têm permitido a ampliação desse acesso [à alimentação]&#8221;.</h4>
<h4>Mas além da saúde da população, o epidemiologista apontou que com a melhora financeira das famílias há ainda uma redução no nível de estresse  da população. &#8220;E uma mera redução [nos índices de pobreza] faz com que a taxa de suicídios caia em 50% e 20% na mortalidade infantil, somente com o Bolsa Família&#8221;, detalhou.</h4>
<h4>Maurício Barreto é um dos quatro professores do Instituto de Saúde Coletiva (ISC) que estão entre os dez cientistas mais influentes da Universidade Federal da Bahia (UFBA) no cenário mundial. A colocação é apontada pelo ranking internacional AD Scientific Index 2024, sistema que avalia a produtividade acadêmica de cientistas de diversas áreas.</h4>
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		<title>Mundo: Pobreza na Argentina atinge 57,4% da população, maior nível em 20 anos</title>
		<link>https://www.cronicasdeitarantim.com.br/v1/2024/02/19/mundo-pobreza-na-argentina-atinge-574-da-populacao-maior-nivel-em-20-anos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Joabes Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Feb 2024 02:50:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[Do Portal Metrópoles &#8211; A pobreza aumentou na Argentina em janeiro, alcançando 57,4% da população, o equivalente a 27 milhões de pessoas. Em dezembro, ela estava em 49,5%. Esse foi o maior nível atingido pelo indicador em 20 anos. A informação faz parte do estudo “Argentina século XXI: Dívidas sociais crônicas e desigualdades crescentes. Perspectivas e desafios”, divulgado no último fim de semana pelo Observatório da Dívida Social Argentina. O relatório, feito pela Pontifícia Universidade Católica da Argentina, indica que o aumento da pobreza está diretamente relacionado à desvalorização da moeda, promovida pelo governo em dezembro. A medida elevou os preços da cesta básica e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>Do Portal Metrópoles &#8211; A pobreza aumentou na Argentina em janeiro, alcançando 57,4% da população, o equivalente a 27 milhões de pessoas. Em dezembro, ela estava em 49,5%. Esse foi o maior nível atingido pelo indicador em 20 anos.</h4>
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<div class="m-news-list-content m-related-news">
<h4>O relatório, feito pela Pontifícia Universidade Católica da Argentina, indica que o aumento da pobreza está diretamente relacionado à desvalorização da moeda, promovida pelo governo em dezembro. A medida elevou os preços da cesta básica e dos alimentos em geral.</h4>
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<p><strong>De acordo com a análise, a taxa de indigência passou de 14,2% em dezembro para 15% entre dezembro de 2023 e janeiro deste ano.</strong></p>
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<h4>Os mais afetados</h4>
<h4>De acordo com o relatório, os mais afetados pela queda de renda no início de 2024 foram as famílias de classe média baixa e os trabalhadores com escassa qualificação, principalmente os que não estão incluídos em políticas sociais específicas. Entre os que se enquadram nesses programas, a pobreza aumentou de 81,9% em dezembro de 2023 para 85,5% em janeiro de 2024.</h4>
<h4>Segundo o diretor do Observatório da Dívida Social, Agustín Salvia, o documento baseia-se numa “simulação estatística a partir de dados da pesquisa do terceiro trimestre do ano passado”. Ele observou que “se a inflação cair, haverá um alívio rápido” do índice. “Caso contrário, enfrentaremos uma catástrofe social”, disse.</h4>
<h4>Reação de Milei</h4>
<h4>O presidente argentino, Javier Milei, reagiu aos números em um post no X, o antigo Twitter. Ele responsabilizou os políticos pelo aumento da pobreza no país. Disse que o empobrecimento é resultado de uma “verdadeira herança do modelo de castas”, expressão que usa desde a campanha eleitoral.</h4>
<h4>“Os políticos têm de compreender que o povo votou pela mudança e vamos dar as nossas vidas para levá-la adiante”, afirmou Milei.</h4>
<h4>Segundo o diretor do Observatório da Dívida Social, Agustín Salvia, o documento baseia-se numa “simulação estatística a partir de dados da pesquisa do terceiro trimestre do ano passado”. Ele observou que “se a inflação cair, haverá um alívio rápido” do índice. “Caso contrário, enfrentaremos uma catástrofe social”, disse.</h4>
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		<title>BRASIL] Programa Brasil sem Fome vai atender 33,1 milhões de pessoas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joabes Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Sep 2023 14:24:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas de Itarantim]]></category>
		<category><![CDATA[Fome]]></category>
		<category><![CDATA[Sem Fome]]></category>
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					<description><![CDATA[As ações integradas do Plano Brasil Sem Fome deverão ser pensadas com foco nas mais de 33,1 milhões de pessoas em situação de insegurança alimentar no país, que serão identificadas por gestores e profissionais que atuam as redes de saúde e assistência social do país. Para orientar a atenção a essa população, o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome publicou nesta segunda-feira (4) uma portaria, no Diário Oficial da União. Como destacou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no lançamento do Plano, o problema não é aparente, “a fome não é vista pelos outros, ela não vai [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="conteudo_post">
<p>As ações integradas do Plano Brasil Sem Fome deverão ser pensadas com foco nas mais de 33,1 milhões de pessoas em situação de insegurança alimentar no país, que serão identificadas por gestores e profissionais que atuam as redes de saúde e assistência social do país. Para orientar a atenção a essa população, o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome publicou nesta segunda-feira (4) uma portaria, no <em>Diário Oficial da União.</em><img decoding="async" class=" lazyloaded" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1552980&amp;o=node" data-src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1552980&amp;o=node" /><img decoding="async" class=" lazyloaded" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1552980&amp;o=node" data-src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1552980&amp;o=node" /></p>
<p>Como destacou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no lançamento do Plano, o problema não é aparente, “a fome não é vista pelos outros, ela não vai para fora, ela vai para dentro e todo mundo sabe o que é o sofrimento de uma mãe colocar uma criança para dormir sabendo que a criança está com fome.” Por isso, o governo definiu insegurança alimentar e nutricional como “incapacidade do acesso regular e permanente a alimentos de qualidade e em quantidade suficiente, nos níveis leve, moderada e grave” e acrescentou como consequências do problema a desnutrição, o sobrepeso, a obesidade e a carências de micronutrientes.</p>
<p>Além de definir e facilitar a identificação, o documento orienta gestores e profissionais dos Sistema Único de Assistência Social (Suas), Sistema Único de Saúde (SUS) e Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan) a priorizar crianças, gestantes, idosos, população em situação de rua, refugiados, pessoas negras, domicílios chefiados por mulheres, povos originários e comunidades tradicionais em situação de potencial risco para insegurança alimentar e nutricional.</p>
<p>Com isso, deverão ser fortalecidas as ações de proteção social; deverá ser ampliado o cuidado integral às pessoas com má nutrição, priorizando indivíduos e famílias cadastrados no Programa Bolsa Família; e deverá ser garantido o atendimento nos Equipamentos Públicos e Sociais de Segurança Alimentar e Nutricional (EPSANs).</p>
<p>A qualificação desses serviços públicos de segurança alimentar e nutricional também deverá acontecer por meio da integração das informações do Suas, SUS e Sisan, além do monitoramento e avaliação dos dados.</p>
<p>Foi estabelecida como prioridade no planejamento e implementação das ações integradas, a compra e oferta de alimentos da agricultura familiar regional. As medidas também deverão ser orientadas pelo Marco de Educação Alimentar e Nutricional e os Guias Alimentares criados para a população brasileira. (Com informações do Bahia.ba).</p>
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		<title>Seis em cada 10 baianos estão em insegurança alimentar; BA fica em 5º no &#8216;ranking da fome&#8217;</title>
		<link>https://www.cronicasdeitarantim.com.br/v1/2022/09/15/seis-em-cada-10-baianos-estao-em-inseguranca-alimentar-ba-fica-em-5o-no-ranking-da-fome/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Joabes Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Sep 2022 12:55:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Fome]]></category>
		<category><![CDATA[Insegurança alimentar]]></category>
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					<description><![CDATA[Principalmente após os efeitos da pandemia da Covid-19, a fome voltou a “assombrar” a população brasileira. Fotos de pessoas buscando descartes de alimentos para poder ter algo para se alimentar, infelizmente, se tornaram cada vez mais comuns. A Bahia é o quinto estado com a maior quantidade de habitantes em situação de Insegurança Alimentar (IA), com 9,38 milhões de pessoas, representando 62,6% da população baiana. Os dados foram coletados do levantamento “Olhe para a Fome” e organizados pelo Bahia Notícias. De acordo às informações do Bahia Notícias, mais de 1,7 milhão (11,4%) de baianos estão em situação de fome, não [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Principalmente após os efeitos da pandemia da Covid-19, a fome voltou a “assombrar” a população brasileira. Fotos de pessoas buscando descartes de alimentos para poder ter algo para se alimentar, infelizmente, se tornaram cada vez mais comuns. A Bahia é o quinto estado com a maior quantidade de habitantes em situação de Insegurança Alimentar (IA), com 9,38 milhões de pessoas, representando 62,6% da população baiana. Os dados foram coletados do levantamento “Olhe para a Fome” e organizados pelo Bahia Notícias.</p>
<p>De acordo às informações do Bahia Notícias, mais de 1,7 milhão (11,4%) de baianos estão em situação de fome, não tendo nenhuma refeição garantida em seu dia, sendo enquadrados na categoria de IA Grave. Sobre a IA Moderada, que também agrega a insuficiência alimentar das famílias, porém em uma escala menor, esse número sobe para 2,25 milhões (15%). Com quase 15 milhões de habitantes na Bahia, apenas 5,6 milhões (37,4%) possuem acesso pleno à alimentação, sendo categorizados em Segurança Alimentar (SA).</p>
<p>Na Bahia, 44,7% das crianças abaixo dos 10 anos de idade passam por dificuldades para se alimentar todos os dias, estando em IA Grave ou Moderada. Apenas 29,3% possuem acesso a alimentação sem restrições.</p>
<p>O levantamento Olhe para a Fome realizou avaliação em 510 domicílios ao redor do estado da Bahia, chegando nas áreas urbanas e rurais. A coleta de dados ocorreu entre novembro de 2021 e abril de 2022. Os resultados mostram desigualdades sociais e de acesso aos alimentos não apenas entre as macrorregiões, mas também entre os estados de uma mesma macrorregião.</p>
<p>FOME NO BRASIL</p>
<p>De acordo com a pesquisa, no Brasil se tem 125,2 milhões de habitantes em situação de IA. Do total, 33 milhões estão passando fome, ou seja, a cada 10 famílias brasileiras, 3 não possuem pelo menos uma refeição garantida por dia. Em 2020, havia 116,8 milhões de brasileiros com algum grau de insegurança. Sendo que 19 milhões já enfrentavam a fome no país.</p>
<p>À frente na Bahia na questão de IA, ficaram os estados de: São Paulo (26,1 milhões), Minas Gerais (11,2 milhões) e Rio de Janeiro (9,9 milhões). Em relação a incidência, a unidade federativa do Ceará liderou o quesito com 81,8% dos habitantes em situação de IA.</p>
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		<title>Pessoas pedem comida em padaria a menos de 500 metros de onde Bolsonaro deu entrevista negando a escalada da fome no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joabes Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Aug 2022 17:35:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Fome]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil passa por um momento delicado, o problema da fome. Mas o presidente Bolsonaro afirmou em entrevista à rádio Jovem Pam na sexta-feira (29) que não há mais ninguém pedindo comida em portas de casas e padarias. Para contrariar isso, no mesmo local onde ele concedeu a entrevista a menos de 500 metros havia gente pedindo comida numa padaria na Avenida Brigadeiro Luís Antônio, na Bela Vista, região central de São Paulo. Atualmente, 60 milhões de brasileiros sofrem com insegurança alimentar de acordo com um relatório da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) divulgado em julho deste [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil passa por um momento delicado, o problema da fome. Mas o presidente Bolsonaro afirmou em entrevista à rádio Jovem Pam na sexta-feira (29) que não há mais ninguém pedindo comida em portas de casas e padarias. Para contrariar isso, no mesmo local onde ele concedeu a entrevista a menos de 500 metros havia gente pedindo comida numa padaria na Avenida Brigadeiro Luís Antônio, na Bela Vista, região central de São Paulo.</p>
<p>Atualmente, 60 milhões de brasileiros sofrem com insegurança alimentar de acordo com um relatório da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) divulgado em julho deste ano. O presidente negou por duas vezes a escalada da fome no país e nega constantemente que o país não tem gente passando fome.</p>
<p>Na pandemia vimos gente em lixos pegando ossos para comer, situação que se alastrou pelo país todo pela falta de políticas e sensibilidade do governo que cortou programas sociais que eram fundamentais.</p>
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		<title>Aumento da fome: 61,3 milhões de brasileiros sofrem com insegurança alimentar, diz FAO</title>
		<link>https://www.cronicasdeitarantim.com.br/v1/2022/07/06/aumento-da-fome-613-milhoes-de-brasileiros-sofrem-com-inseguranca-alimentar-diz-fao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Joabes Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jul 2022 19:27:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Fome]]></category>
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					<description><![CDATA[Um relatório divulgado pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) mostrou, nesta quarta-feira (6), que o número de brasileiros que sofreram algum tipo de insegurança alimentar chegou a 61,3 milhões entre 2019 a 2021. O dado indica que praticamente um em cada três pessoas que moram no Brasil lidou com algum tipo de insegurança alimentar. Do total, mais de 25% enfrentaram, no período, uma insegurança alimentar grave, ou seja 15,4 milhões de brasileiros. O levantamento indica uma piora da fome no país. Entre 2014 e 2016, a insegurança alimentar atingiu 37,5 milhões de pessoas, das quais 3,9 milhões estavam na condição grave. A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um relatório divulgado pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) mostrou, nesta quarta-feira (6), que o número de brasileiros que sofreram algum tipo de insegurança alimentar chegou a 61,3 milhões entre 2019 a 2021.</p>
<p>O dado indica que praticamente um em cada três pessoas que moram no Brasil lidou com algum tipo de insegurança alimentar. Do total, mais de 25% enfrentaram, no período, uma insegurança alimentar grave, ou seja 15,4 milhões de brasileiros.</p>
<p>O levantamento indica uma piora da fome no país. Entre 2014 e 2016, a insegurança alimentar atingiu 37,5 milhões de pessoas, das quais 3,9 milhões estavam na condição grave.</p>
<p>A FAO classificou a insegurança em dois níveis: moderada, quando as pessoas não tinham certeza sobre a capacidade de conseguir comida e, em algum momento, tiveram de reduzir a qualidade e quantidade de alimentos; e grave, quando as pessoas ficaram sem comida, passaram fome e chegaram a ficar sem comida por um dia ou mais. Fonte Metro1.</p>
<p>&nbsp;</p>
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