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	<title>Fogo no parquinho &#8211; CRÔNICAS DE ITARANTIM \\ Noticias da Região!</title>
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	<title>Fogo no parquinho &#8211; CRÔNICAS DE ITARANTIM \\ Noticias da Região!</title>
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		<title>Em entrevista, chefe de gabinete escancara crise e o colapso interno na gestão Valéria Silveira em Maiquinique</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joabes Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jun 2025 21:17:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Blog do J Rodrigues]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas de Itarantim]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta quarta-feira, 04 de junho, os microfones da Rádio Comunitária 104,9 FM de Maiquinique foram palco de declarações contundentes e de forte impacto político. Em entrevista ao programa Tá na Boca do Povo, o atual chefe de gabinete da Prefeitura de Maiquinique, Yvonaldo Vonca, não poupou críticas à gestão da prefeita Valéria Silveira e de seu vice, Kayque Jardim. Com a autoridade de quem já foi deputado estadual, deputado federal, vereador e presidente da Câmara Municipal de Vitória da Conquista — além de ex-secretário de administração no próprio governo Valéria —, Vonca deixou claro que o atual cenário político-administrativo da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quarta-feira, 04 de junho, os microfones da Rádio Comunitária 104,9 FM de Maiquinique foram palco de declarações contundentes e de forte impacto político. Em entrevista ao programa Tá na Boca do Povo, o atual chefe de gabinete da Prefeitura de Maiquinique, Yvonaldo Vonca, não poupou críticas à gestão da prefeita Valéria Silveira e de seu vice, Kayque Jardim. Com a autoridade de quem já foi deputado estadual, deputado federal, vereador e presidente da Câmara Municipal de Vitória da Conquista — além de ex-secretário de administração no próprio governo Valéria —, Vonca deixou claro que o atual cenário político-administrativo da cidade é de desorganização, desentendimentos e decisões temerárias.</p>
<p>O grau de insatisfação expresso por Vonca revela muito mais que divergências pontuais: trata-se de um racha explícito dentro da própria estrutura da administração municipal.</p>
<p>Suas palavras deixaram evidente que as vaidades internas, disputas de poder e brigas constantes entre membros do grupo político da prefeita minaram o apoio popular, resultando em uma rejeição histórica.</p>
<p>Em tom incisivo, Vonca citou, como exemplo mais recente, o embate público entre o vice-prefeito Kayque Jardim e o vereador Ezequiel, figura tida como um dos preferidos da prefeita. O episódio, segundo o chefe de gabinete, simboliza o grau de deterioração das relações internas e o colapso da governabilidade. Ao expor esse conflito, Vonca toca em uma ferida que a prefeita vinha tentando esconder sem sucesso: a instabilidade e o esfacelamento do seu próprio grupo político.</p>
<p>Ainda durante a entrevista, Vonca criticou duramente as demissões em massa de servidores públicos promovidas pelo governo Valéria, classificando a medida como um erro grave e irresponsável. Segundo ele, o impacto dessas demissões reverbera diretamente na economia local, provocando efeitos colaterais que atingem todas as camadas da população. Além disso, apontou os contratos de terceirização firmados pela gestão como outro fator determinante para o enfraquecimento administrativo, alegando que tais decisões foram tomadas sem o respaldo ou consenso da equipe gestora.</p>
<p>Ao avaliar o conjunto da fala de Yvonaldo Vonca, é possível extrair uma constatação inevitável: o governo Valéria Silveira encontra-se à deriva. Falta direção, falta coesão, falta responsabilidade. O próprio chefe de gabinete da gestão, em rede pública, reconhece os erros e o caos interno, deixando claro que a condução do município está nas mãos de uma administração que perdeu a confiança da população e, mais grave, a capacidade de tomar decisões com racionalidade e planejamento.</p>
<p>Quando um dos principais membros da estrutura de governo se posiciona com tamanha contundência contra a gestão que integra, é sinal inequívoco de que o esfacelamento político-administrativo já não pode mais ser contido nos bastidores. A entrevista de Vonca não é apenas uma crítica — é uma denúncia. Uma denúncia vinda de dentro, de quem conhece os bastidores, de quem já esteve em altos cargos públicos e sabe como funcionam as engrenagens da máquina pública.</p>
<p>Neste momento, a população de Maiquinique assiste a um governo em queda livre, marcado por disputas internas, decisões desastrosas e prejuízos sociais profundos. E quando a crítica vem de um dos pilares da própria administração, o cenário não é apenas preocupante — é alarmante.</p>
<p>A gestão Valéria Silveira e Kayque Jardim, segundo as palavras do próprio chefe de gabinete, transformou-se em um experimento fracassado, com efeitos que já se fazem sentir em cada rua, em cada família, em cada servidor penalizado pela instabilidade de um governo que, visivelmente, perdeu o rumo.</p>
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		<title>A coluna &#8216;Fogo no Parquinho&#8217; desta semana mostra a &#8220;lama jogada no ventilador&#8221; pelo líder do governo na Câmara</title>
		<link>https://www.cronicasdeitarantim.com.br/v1/2025/04/13/a-coluna-fogo-no-parquinho-desta-semana-mostra-a-lama-jogada-no-ventilador-pelo-lider-do-governo-na-camara/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Joabes Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Apr 2025 07:01:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Blog do J Rodrigues]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara de vereadores de Itarantim]]></category>
		<category><![CDATA[Coluna da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas de Itarantim]]></category>
		<category><![CDATA[Fogo no parquinho]]></category>
		<category><![CDATA[Polêmica]]></category>
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					<description><![CDATA[A coluna &#8216;Fogo no Parquinho&#8217; e a treta do vereador Serginho, líder do governo, com os secretários &#8211; Na última terça-feira, 08 de abril, durante a sessão da Câmara, o líder do governo, o vereador Serginho, fez declarações polêmicas que geraram desconfortos de relacionamento na administração do prefeito Fábio Gusmão. O vereador “jogou lama no ventilador” para descrever a situação, levantando questões sobre a gestão e o desempenho de secretários municipais, que segundo ele precisa deixar o ego e ter mais humildade. A imagem que ficou foi a de um ventilador ligado no máximo, jogando lama para todos os lados. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id=":rl" class="Am aiL Al editable LW-avf tS-tW tS-tY" tabindex="1" role="textbox" contenteditable="true" spellcheck="false" aria-label="Corpo da mensagem" aria-multiline="true" aria-owns=":tz" aria-controls=":tz" aria-expanded="false">
<p><strong>A coluna &#8216;Fogo no Parquinho&#8217; e a treta do vereador Serginho, líder do governo, com os secretários &#8211;</strong> Na última terça-feira, 08 de abril, durante a sessão da Câmara, o líder do governo, o vereador Serginho, fez declarações polêmicas que geraram desconfortos de relacionamento na administração do prefeito Fábio Gusmão. O vereador “jogou lama no ventilador” para descrever a situação, levantando questões sobre a gestão e o desempenho de secretários municipais, que segundo ele precisa deixar o ego e ter mais humildade.</p>
<p>A imagem que ficou foi a de um ventilador ligado no máximo, jogando lama para todos os lados. Vamos ver agora se irá atingir alguém ou atingir o próprio vereador.</p>
<p>Em sua fala, Serginho destacou que o prefeito precisa &#8220;cortar alguns males pela raiz&#8221; e conduzir a &#8220;carruagem no caminho certo&#8221;. Ele também mencionou secretários que estariam tentando criar subprefeituras e criticou o atendimento humanizado nos serviços públicos. Essas afirmações levantaram especulações sobre quais secretários estariam sendo alvos das críticas.</p>
<p>A imagem da carruagem guiada por mãos inábeis pairava no ar, deixando todos se perguntando quem realmente estava no comando. Ele dizia que era necessário recolocar a carroça ou carruagem de volta aos caminhos.</p>
<p>Nos bastidores, rumores indicam que o vereador estava se referindo especificamente à secretária de educação, Adriana Batisti, embora essa informação não tenha sido confirmada.</p>
<p>Sobre sua fala de que secretários estão criando &#8220;subprefeituras&#8221;, ele revela uma ambição velada entre alguns secretários que parecem sonhar em ser prefeitos em miniatura. É o que transpareceu.</p>
<p><strong>Voltando um pouco no tempo</strong></p>
<p>As bocas de ruas contam que na semana anterior à fala do vereador, o prefeito teve um risca faca com alguns vereadores de sua base. Dizem que o prefeito ficou bastante irritado com algumas situações e relatos dão conta que ele disparou contra vereadores com até palavrões deixando o clima tenso.</p>
<p>Não se tem certeza se a fala do vereador tem alguma relação com este atrito do prefeito com os vereadores e se ele também foi alvo destes xingamentos do chefe do executivo.</p>
<p><strong>Voltando para a sessão</strong></p>
<p>O vereador foi claro e se referiu a uma secretária, que segundo ele não estava respondendo suas mensagens e logo as mentes mais atentas que tendencia o alvo e sempre o mesmo alvo entendeu que ele estava falando da secretária de educação, Adriana Batisti.</p>
<p>A fala do vereador foi interpretada como uma crítica dura à gestão e pode resultar em consequências significativas para sua liderança na Câmara. Políticos experientes sugerem que ele agiu de forma imatura ao expor publicamente as fragilidades do governo, o que pode ser explorado pela oposição nos próximos anos. Em especial o vereador Zeza, o qual, Dudu, o presidente da Câmara, em tom de brincadeira o chamou de &#8220;Romãozinho&#8221;, que a história vocês conhecem!.</p>
<p>A autonomia do líder do governo é questionada agora, especialmente considerando que sua base foi construída com o apoio direto do prefeito durante a campanha. Caso essa crise se aprofunde, pode haver um isolamento do vereador, isso é certeza que ele será privado de eventos políticos, dos corredores da gestão e das decisões internas da administração. Isso já pode estar acontecendo.</p>
<p>Os próximos capítulos dessa história prometem ser intensos, com possíveis mudanças na liderança e no relacionamento entre os membros do governo Fábio. A situação pode ficar em uma total ebulição e é muito natural em situações como essas cabeças rolarem. Uma apostinha aí?</p>
<p>Confira aqui parte da fala do vereador:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Líder do governo na Câmara, vereador Serginho, faz duras críticas aos secretários - 02" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/JRfbpLKMvvI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Líder do governo faz duras críticas aos secretários do governo Fábio Gusmão" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/zPOki0wkyEY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>A nossa coluna &#8216;Fogo no Parquinho&#8217; desta sexta-feira traz a professora Tia Dina imortalizada com seu nome no colégio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joabes Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Apr 2025 22:08:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Blog do J Rodrigues]]></category>
		<category><![CDATA[Colégio estadual]]></category>
		<category><![CDATA[Coluna]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas de Itarantim]]></category>
		<category><![CDATA[Fogo no parquinho]]></category>
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					<description><![CDATA[A história sempre encontrará uma forma de recompensar, retratar, valorizar e lembrar daqueles que um dia contribuíram com o povo. Por mais que alguns insistem em fazer com que a história seja esquecida. Na nossa coluna de hoje, temos a obrigação histórica de falar sobre essa mulher: a professora Adinália Pereira de Araújo, carinhosamente conhecida como Tia Dina, já falecida. Tia Dina agora será o nome de um grande colégio no município. O colégio de Tempo Integral que está sendo construído na BA-270, fruto da parceria entre o governo do Estado e o município, terá o nome desta grande professora [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A história sempre encontrará uma forma de recompensar, retratar, valorizar e lembrar daqueles que um dia contribuíram com o povo. Por mais que alguns insistem em fazer com que a história seja esquecida.</p>
<p>Na nossa coluna de hoje, temos a obrigação histórica de falar sobre essa mulher: a professora Adinália Pereira de Araújo, carinhosamente conhecida como Tia Dina, já falecida.</p>
<p>Tia Dina agora será o nome de um grande colégio no município. O colégio de Tempo Integral que está sendo construído na BA-270, fruto da parceria entre o governo do Estado e o município, terá o nome desta grande professora de Itarantim.</p>
<h5><em>Antes de falarmos sobre Tia Dina, é importante refletir sobre o nosso Brasil. Um país que passou por três momentos significativos em sua história: a colonização, o período da escravidão e a ditadura militar. Esses três períodos contribuíram de forma drástica na vida e na formação do nosso povo, influenciando sua cultura, economia, educação e sociedade em geral. Na época colonial, a luta era pela independência; durante a escravidão, a batalha era pela liberdade. </em></h5>
<h5><em>O povo não era escravo; eram escravizados que tiveram uma falsa liberdade com a chamada Lei Áurea. Eles foram excluídos do processo educacional, enquanto as escolas construídas eram destinadas exclusivamente às elites, aos filhos dos coronéis donos de engenhos de açúcar e café.</em></h5>
<h5><em>Por fim, vivemos um período sombrio sob a ditadura militar, onde a liberdade foi cerceada e muitas pessoas foram desaparecidas. A educação era um privilégio para poucos, e muitos tiveram que fugir do país para preservar suas vidas.</em></h5>
<p><a href="https://www.cronicasdeitarantim.com.br/v1/wp-content/uploads/2025/04/488481472_2160722831011620_330053843635479676_n.jpg"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-171251 alignleft" src="https://www.cronicasdeitarantim.com.br/v1/wp-content/uploads/2025/04/488481472_2160722831011620_330053843635479676_n.jpg" alt="" width="311" height="256" srcset="https://www.cronicasdeitarantim.com.br/v1/wp-content/uploads/2025/04/488481472_2160722831011620_330053843635479676_n.jpg 640w, https://www.cronicasdeitarantim.com.br/v1/wp-content/uploads/2025/04/488481472_2160722831011620_330053843635479676_n-300x247.jpg 300w, https://www.cronicasdeitarantim.com.br/v1/wp-content/uploads/2025/04/488481472_2160722831011620_330053843635479676_n-400x329.jpg 400w" sizes="(max-width: 311px) 100vw, 311px" /></a></p>
<p>A professora Adinália nasceu em 1946, em Encruzilhada, no sudoeste baiano. Seus familiares viveram os tormentos da época pós-guerra e ela com certeza foi impactada pelos momentos turbulentos da história do Brasil, especialmente pela ditadura de 1964 o golpe de Estado.</p>
<p>Você deve estar se perguntando por que estou fazendo esse relato histórico. A verdade é que nossa cultura e educação elitizadas sempre priorizaram as elites brasileiras — os latifundiários e os detentores de grandes recursos — que geralmente são reconhecidos pela história. No entanto, é preciso fazer justiça e reconhecer aqueles que realmente contribuíram para a construção deste país.</p>
<p>O nome do colégio foi debatido na Câmara de Vereadores e cogitou-se homenagear o pai do prefeito da cidade. Contudo, uma portaria foi baixada pela Secretaria de Educação do Estado com a decisão de nomear o colégio em homenagem à professora Tia Dina. Esse reconhecimento histórico é uma recuperação da memória dessa educadora.</p>
<p>Após a divulgação dessa informação, aqui mesmo neste veículo de informação, muitas pessoas comentaram positivamente nas redes sociais sobre a escolha do nome da professora. Isso demonstra a importância dela no processo educacional do município — uma figura que poderia ter sido esquecida, mas que agora recebe merecido reconhecimento.</p>
<p>A história da professora Adinália é inspiradora. Ela chegou ao município ainda criança e estudou com outro professor notável no município, Estevão Araújo. Muitos beberam da fonte do seu conhecimento ao longo dos anos. Seu nome no colégio será mais uma fonte de inspiração para todos — uma mulher educadora que enfrentou muitos desafios, acredito eu, em sua trajetória na educação e dedicou sua vida ao ensino.</p>
<p>Agora sim! Faltava esse reconhecimento eterno para Tia Dina: uma grande mulher cuja contribuição será celebrada para sempre!</p>
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		<title>A Coluna &#8216;Fogo no Parquinho&#8217; desta sexta-feira, traz a missão que o novo Bispo terá com o clero da Arquidiocese</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joabes Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Mar 2025 00:07:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[bispo]]></category>
		<category><![CDATA[Blog do J Rodrigues]]></category>
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		<category><![CDATA[Religião]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta sexta-feira, 29 de março, a coluna &#8220;Fogo no Parquinho&#8221; aborda um tema que muitas pessoas preferem evitar: a religião. Há um ditado famoso que diz que política, futebol e religião não devem ser discutidos. No entanto, é essencial falarmos sobre esses assuntos, de forma respeitosa, pois fazem parte do contexto social do povo brasileiro. No último dia 22, tomou posse em Vitória da Conquista o novo Arcebispo da Arquidiocese de Vitória da Conquista, Dom Vitor. A cerimônia de posse ocorreu em dois momentos de celebração: na Catedral Metropolitana Nossa Senhora das Vitórias e em outro espaço que reuniu diversos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta sexta-feira, 29 de março, a coluna &#8220;Fogo no Parquinho&#8221; aborda um tema que muitas pessoas preferem evitar: a religião. Há um ditado famoso que diz que política, futebol e religião não devem ser discutidos. No entanto, é essencial falarmos sobre esses assuntos, de forma respeitosa, pois fazem parte do contexto social do povo brasileiro.</p>
<p>No último dia 22, tomou posse em Vitória da Conquista o novo Arcebispo da Arquidiocese de Vitória da Conquista, Dom Vitor. A cerimônia de posse ocorreu em dois momentos de celebração: na Catedral Metropolitana Nossa Senhora das Vitórias e em outro espaço que reuniu diversos representantes, da classe política, militar e religiosa do Estado da Bahia e de outras localidades.</p>
<p>A arquidiocese de Vitória da Conquista abrange uma população significativa, com quatro vicariatos e várias paróquias. Dom Vitor é natural da Bahia, nasceu em uma fazenda de nome Cipó, no município de Curaçá. Município de povo simples, ele conhece a dura realidade do povo simples e trabalhador. Esse conhecimento será crucial para enfrentar os desafios que surgem nas comunidades que compõem a Arquidiocese.</p>
<p>Dom Vitor, sacerdote a serviço do evangelho de Jesus Cristo, tem a missão de servir ao povo com a verdadeira opção preferencial pelos mais pobres, como pede o Evangelho. É fundamental que ele observe os padres nas paróquias mais distantes, se estão realmente servindo à comunidade ou apenas cumprindo obrigações. É essencial escutar as pessoas, especialmente aquelas envolvidas nas atividades pastorais que fazem a vida comunitária acontecer.</p>
<p>Neste momento crítico, é necessário um vigor novo para que a igreja abra suas portas e acolha as pessoas, em vez de afastá-las. É vital que os padres desçam do altar e compartilhem o chão com o povo, evitando a desconexão causada por carros luxuosos e vestes ostentosas. A igreja não precisa de homilias agressivas que dividem, mas sim de mensagens que unam.</p>
<p>Os religiosos devem entender que são servidores e têm responsabilidade com os recursos oferecidos pela comunidade. Isso inclui tanto as ofertas feitas pelo povo simples quanto o dízimo mensal, fruto do suor diário dos fiéis e que muitos estão jogando no ralo de suas vaidades.</p>
<p>Infelizmente, muitos padres têm desrespeitado essa colheita simples da igreja. Alguns se deixam levar pela ganância e pelo materialismo, acumulando bens de forma duvidosa e gerando desconfiança dentro das comunidades.</p>
<p>Dom Vitor, é urgente descontaminar alguns religiosos nas paróquias e reformar os seminários para que os novos seminaristas compreendam o verdadeiro valor de ser padre. Caso contrário, corremos o risco de formar religiosos gananciosos que não têm conexão com o povo nem com a comunidade o povo de Deus.</p>
<p>Dom Vitor, o dinheiro do povo é sagrado. O valor que é ofertado pela comunidade e o que é devolvido são sagrados. É inadmissível que padres, dentro dessas realidades, paróquias, não tenham responsabilidade sobre como utilizam esses recursos em benefício da comunidade.</p>
<p>Há uma contrariedade evidente entre o discurso do evangelho proferido por alguns padres e suas ações nas comunidades. Infelizmente, muitos deles não estão sendo exemplos a serem seguidos. É absurdo observar gastos desnecessários em pequenas paróquias, incluindo compras exorbitantes e abastecimentos de combustíveis com notas que geram desconfiança entre os fiéis.</p>
<p>Diante dessa realidade, é urgente que Dom Vitor tome providências na Arquidiocese. Ele deve prestar atenção especial à escuta do povo, garantindo que as vozes da comunidade sejam ouvidas e respeitadas.</p>
<p>Que a Boa Nova chegue!!</p>
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		<title>A Coluna &#8216;Fogo no Parquinho&#8217; desta sexta mostra como um milhão é gastado em menos de quatro horas numa festa</title>
		<link>https://www.cronicasdeitarantim.com.br/v1/2025/03/21/a-coluna-fogo-no-parquinho-desta-sexta-mostra-como-um-milhao-e-gastado-em-menos-de-quatro-horas-numa-festa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Joabes Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Mar 2025 23:50:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Blog do J Rodrigues]]></category>
		<category><![CDATA[Coluna]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas de Itarantim]]></category>
		<category><![CDATA[Fogo no parquinho]]></category>
		<category><![CDATA[Itarantim]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura]]></category>
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					<description><![CDATA[O prefeito de Itarantim, Fábio Gusmão, do PSD, anunciou um gasto de um milhão de reais em duas apresentações de dois cantores que durarão no máximo quatro horas. Embora um milhão causou impacto por ser apenas dois cantores, mas devemos analisar a receita da prefeitura. É importante considerar que a cidade se tornou uma referência nas festas de aniversário. Portanto, não entendo o alvoroço que algumas pessoas fizeram quando o prefeito divulgou as atrações para o festejo. Não quero entrar em detalhes numéricos, pois não sou bom com isso, mas é evidente que investimentos em festas podem trazer resultados positivos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O prefeito de Itarantim, Fábio Gusmão, do PSD, anunciou um gasto de um milhão de reais em duas apresentações de dois cantores que durarão no máximo quatro horas. Embora um milhão causou impacto por ser apenas dois cantores, mas devemos analisar a receita da prefeitura.</p>
<p>É importante considerar que a cidade se tornou uma referência nas festas de aniversário. Portanto, não entendo o alvoroço que algumas pessoas fizeram quando o prefeito divulgou as atrações para o festejo.</p>
<p>Não quero entrar em detalhes numéricos, pois não sou bom com isso, mas é evidente que investimentos em festas podem trazer resultados positivos para o município. Podemos observar que a rede hoteleira fica lotada, a economia pulsa, a cidade é mais divulgada e isso atrai (de alguma forma) empresas e mais visitantes. Assim, mais pessoas consomem na cidade, gerando economia. Esse é o aspecto cultural e econômico que gera resultados.</p>
<p>No entanto, é crucial ter responsabilidade com o dinheiro público, que pertence ao povo. As pessoas precisam estar atentas e questionar o que não está funcionando. Recentemente, houve questionamentos sobre a saúde no município, especialmente em relação ao hospital e a falta de remédios nos postos.</p>
<p>Se realmente a Secretaria de Saúde está passando por uma crise, é necessário refletir sobre os gastos. Essa reflexão deve ser feita pelo governo para dar uma resposta à sociedade, mostrando que a gestão pública tem responsabilidades não apenas com as festas – que são necessárias – mas também com a saúde do município, que é ainda mais importante.</p>
<p>Falando sobre educação, saúde e outras políticas essenciais para a população, podemos lembrar um fato histórico: entre 27 a.C. e 14 d.C., o imperador romano Otávio Augusto implementou a política do &#8220;Pão e Circo&#8221; em Roma. Essa política consistia em fornecer alimentos e entretenimento à população para mantê-la satisfeita e evitar revoltas. Enquanto as pessoas se distraíam com espetáculos públicos e banquetes, os problemas sociais eram esquecidos.</p>
<p>Voltando à nossa realidade em Itarantim, o prefeito anunciou nas redes sociais a contratação de duas bandas que custarão um milhão de reais aos cofres públicos. De acordo com informações do governo, outras atrações também serão anunciadas.</p>
<p>Todo ano, especialmente durante o governo de Fábio Gusmão, há burburinho na imprensa e pessoas sobre as atrações das festas de aniversário. Para mim, as festas realizadas nos últimos quatro anos pela gestão do prefeito tornaram-se uma marca forte devido à publicidade que, até mesmo a imprensa que critica divulga as atrações. Essa coluna de informação é uma publicidade da festa. Não é?</p>
<p>O anúncio dos cantores pelo prefeito gerou uma insatisfação em algumas pessoas que levou esse descontentamento por muitas vezes para o lado muito político.</p>
<p>A gestão e o povo precisam entender o peso da balança: os recursos públicos devem ser aplicados com responsabilidade na saúde e educação e também nas festas da cidade e outras festas culturais.</p>
<p>Mas eu me reporto aos vereadores, a Câmara de Vereadores, que também deve se posicionar sobre esses gastos, de modo especial quando se cita que a saúde passa por crise.</p>
<p>É fundamental que não apenas os vereadores, mas toda a população exerça o controle social sobre os gastos públicos. Devemos ficar atentos porque, diferentemente de Roma, fomos nós quem escolhemos nossos representantes através do voto em uma democracia e eles devem nos dar satisfação.</p>
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		<title>A edição da Coluna &#8220;Fogo no Parquinho&#8221; desta sexta-feira traz o assunto da médica e a fala do líder do governo na Câmara sobre as obras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joabes Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Mar 2025 22:40:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Blog do J Rodrigues]]></category>
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		<category><![CDATA[Crônicas de Itarantim]]></category>
		<category><![CDATA[Fogo no parquinho]]></category>
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					<description><![CDATA[A coluna &#8220;Fogo no Parquinho&#8221; desta sexta-feira, 14 de março, será breve e traz dois assuntos que queremos ir direto ao ponto, e não poderia deixar de mencionar no seu primeiro assunto a médica que escreveu uma carta aberta em suas redes sociais, fazendo duras críticas à Secretaria de Saúde do município. A Dra. Nicole, que atendia em um posto no bairro Cajazeiras, afirma em um trecho da carta que foi transferida de seu setor de trabalho para outro de forma arbitrária, sem qualquer comunicação prévia. Ela também denuncia que o ambiente de trabalho na saúde de Itarantim é conflituoso [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A coluna &#8220;Fogo no Parquinho&#8221; desta sexta-feira, 14 de março, será breve e traz <strong>dois assuntos</strong> que queremos ir direto ao ponto, e não poderia deixar de mencionar no seu <strong>primeiro assunto</strong> a médica que escreveu uma carta aberta em suas redes sociais, fazendo duras críticas à Secretaria de Saúde do município.</p>
<p>A Dra. Nicole, que atendia em um posto no bairro Cajazeiras, afirma em um trecho da carta que foi transferida de seu setor de trabalho para outro de forma arbitrária, sem qualquer comunicação prévia. Ela também denuncia que o ambiente de trabalho na saúde de Itarantim é conflituoso devido à atuação da secretária de saúde. Com seis anos de trabalho no município, a médica finaliza sua carta afirmando que é necessário ter secretários humanizados e empáticos, que atendam bem à população.</p>
<p>A redação do site Crônicas de Itarantim entrou em contato com a médica para entender melhor a situação. Inicialmente, marcamos uma entrevista para o programa &#8220;Em-Pauta&#8221; da rádio Três Pontas FM, referente à edição deste próximo sábado, 15 de março. No entanto, dias depois, a Dra. Nicole nos enviou um pedido por escrito para cancelar a entrevista devido a orientações de seus advogados. Segundo ela, algumas medidas contra a secretaria estão sendo planejadas. O pedido pode ser lido na íntegra:</p>
<blockquote>
<h5>Prezado Senhor Joabe,</h5>
<h5>Espero que esteja bem. Gostaria de informar que, após orientação do meu advogado, decidi não conceder a entrevista que foi solicitada. Aconselharam-me a não participar nesse momento.</h5>
<h5>No entanto, estou à disposição para responder a quaisquer perguntas que você tenha. Sinta-se à vontade para me enviar suas questões por escrito, e farei o possível para respondê-las com clareza.</h5>
<h5>Agradeço pela compreensão e aguardo seu retorno.</h5>
<h5>Atenciosamente Dra Nicole</h5>
</blockquote>
<p>Dra. Nicole expõe uma situação preocupante dentro de uma secretaria que é fundamental para a população; é importante manter o equilíbrio nesse setor.</p>
<h4>*Assunto Dois:*</h4>
<h4>O líder do governo e as obras do governo Fábio Gusmão.</h4>
<p>Na última sessão da Câmara de Vereadores de Itarantim, o vereador Serginho, líder do governo Fábio Gusmão, afirmou (vídeo abaixo) que as obras atrasadas no município são resultados da burocracia e da falta de recursos e que não seria vontade de fazer. Mas será realmente falta de recursos com o montante de recursos que tem entrado no município nos últimos anos?</p>
<p>Ele destacou que o município de Itarantim não é rico e se considera um município pobre. Vale lembrar que, na nossa região, Itarantim possui apenas um orçamento menor que o da cidade de Itapetinga. Dados.</p>
<p>Em determinado momento, o vereador fez algumas críticas nas entrelinhas que irá observar como os secretários estão tratando seus subordinados, coordenadores e até mesmo professores em relação aos alunos. O que será que ele quis dizer com isso?</p>
<p>Por fim, o vereador encerrou sua fala afirmando que o governo precisará de mais tempo para entregar as obras inacabadas. Fábio Gusmão completou seu primeiro mandato de quatro anos e muitas dessas obras começaram no início desse período. Será que essas obras não serão entregues nos quatro anos disponíveis e realmente o governo precisará de mais tempo?</p>
<p>Vamos aguardar os desdobramentos&#8230;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="O líder do governo e as obras do governo Fábio Gusmão." width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/lII62FbVRjs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>A coluna &#8220;Fogo no Parquinho&#8221; desta sexta-feira traz a dança das estrelas na política de Itarantim</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joabes Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Mar 2025 22:17:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Blog do J Rodrigues]]></category>
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		<category><![CDATA[Itarantim]]></category>
		<category><![CDATA[Politica]]></category>
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					<description><![CDATA[A coluna &#8220;Fogo no Parquinho&#8221; desta sexta-feira, 07 de março, traz a dança das estrelas na política de Itarantim* Na esfera política de Itarantim, onde as promessas e decepções se entrelaçam como uma dança, poucos escapam do ciclo implacável que a política impõe. Aqui, a ascensão ao céu e a queda nas profundezas do inferno são fenômenos cotidianos, e muitos já sentiram o peso dessa realidade. Lembro-me de dois jovens políticos, Kleber Fonseca e Eduardo Almeida, que outrora brilhavam com a promessa de um futuro promissor. Apesar de estarem em lados opostos do espectro político, ambos abriram caminhos na cena [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>A coluna &#8220;Fogo no Parquinho&#8221; desta sexta-feira, 07 de março, traz a dança das estrelas na política de Itarantim*</h4>
<p>Na esfera política de Itarantim, onde as promessas e decepções se entrelaçam como uma dança, poucos escapam do ciclo implacável que a política impõe. Aqui, a ascensão ao céu e a queda nas profundezas do inferno são fenômenos cotidianos, e muitos já sentiram o peso dessa realidade.</p>
<p>Lembro-me de dois jovens políticos, Kleber Fonseca e Eduardo Almeida, que outrora brilhavam com a promessa de um futuro promissor. Apesar de estarem em lados opostos do espectro político, ambos abriram caminhos na cena política da cidade. Kleber, um ex-presidente do Partido dos Trabalhadores, concorreu eleições como candidato a prefeito, foi vice-prefeito na cidade. Já Eduardo, tentou a sorte nas eleições por duas vezes, sem sucesso.</p>
<p>Mas em 2016, a chegada do pecuarista Fábio Gusmão mudou o cenário. Sua candidatura não surgiu do nada; foi fruto da articulação dos próprios militantes do partido de Kleber. O resultado? Bem, isso já é história conhecida e que talvez contaremos em outra coluna.</p>
<p>Hoje, esses homens se tornaram meros coadjuvantes na trama complexa da política local, sufocados pelas demandas de um sistema que parece triturar qualquer um que ouse sonhar alto.</p>
<p>Mas aí vocês me perguntam, e Paulo Construção?, bem, o ex-prefeito que veio do povo simples e sonhava com um futuro melhor para sua gente, é mais um exemplo dessa amarga realidade. Com um padrinho político forte ao seu lado — o já falecido ex-prefeito Gideão Soares Matos — Paulo parecia ter tudo para brilhar. No entanto, sua administração decepcionou tanto a ele quanto ao eleitorado que o apoiou. Não leu a cartilha do falecido mandatário.</p>
<p>A desconfiança em relação aos políticos de origem humilde cresce à medida que os ricos dominam as urnas. Se olharmos para os prefeitos da cidade que ocuparam a cadeira, perceberemos que muitos vêm das fileiras dos pecuaristas, latifundiários distantes das realidades do trabalhador comum.</p>
<p>Com Fábio Gusmão se afastando das eleições em 2028, não podendo mais ser candidato, novas figuras começam a emergir no horizonte político. Dudu dos Tutas, atual presidente da Câmara de Vereadores, já anunciou sua intenção de alçar voos mais altos. Será ele a renovação esperada que irá justificar a saga dos esquecidos pelo povo? Ou apenas mais um capítulo na história que irá se repetir?</p>
<p>Dudu é crescido no chão da terra de Itarantim, o que chamamos chão de fabrica da política orgânica (assim como Kleber e Eduardo) e testemunha das administrações passadas, ele tem em suas mãos a chance de quebrar esse ciclo vicioso. Que sua trajetória seja marcada por sucesso e conexão com o povo.</p>
<p>Na dança das estrelas da política local, só o tempo dirá quem brilhará realmente e quem será apenas mais uma sombra perdida na sarjeta.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A coluna Fogo no Parquinho de hoje quer saber: qual destes deputados votados em Itarantim mais contribuiu para a cidade?</title>
		<link>https://www.cronicasdeitarantim.com.br/v1/2025/02/28/a-coluna-fogo-no-parquinho-de-hoje-quer-saber-qual-destes-deputados-votados-em-itarantim-mais-contribuiu-para-a-cidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Joabes Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Feb 2025 22:09:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Deputados]]></category>
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		<category><![CDATA[Itarantim]]></category>
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					<description><![CDATA[Um dos assuntos mais pedidos dentro da nossa coluna &#8220;O Fogo no Parquinho&#8221; pela população de Itarantim foi sobre quais deputados, tanto federais quanto estaduais, votados na cidade, mais contribuíram para o desenvolvimento do município. Vamos começar falando dos números de votos que esses deputados tiveram no município. O deputado federal Otto Filho, que é da base do prefeito na cidade, obteve 4.510 votos. Já o deputado Neto Carletto, apoiado pela oposição em Itarantim na época, recebeu 1.514 votos. Vale lembrar que estamos falando dos deputados mais votados; outros também tiveram um bom número de votos, como o deputado Cláudio [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos assuntos mais pedidos dentro da nossa coluna &#8220;O Fogo no Parquinho&#8221; pela população de Itarantim foi sobre quais deputados, tanto federais quanto estaduais, votados na cidade, mais contribuíram para o desenvolvimento do município.</p>
<p>Vamos começar falando dos números de votos que esses deputados tiveram no município. O deputado federal Otto Filho, que é da base do prefeito na cidade, obteve 4.510 votos. Já o deputado Neto Carletto, apoiado pela oposição em Itarantim na época, recebeu 1.514 votos. Vale lembrar que estamos falando dos deputados mais votados; outros também tiveram um bom número de votos, como o deputado Cláudio Cajado e Fábio Vilas Boas, entre outros.</p>
<p>Os deputados estaduais mais bem votados no município foram Rosemberg Pinto, com 4.082 votos, e Thiago Correia, que teve 1.323 votos. Rosemberg, como todo mundo sabe, é da base do prefeito, enquanto Thiago foi apoiado pela oposição. Outros deputados estaduais também tiveram uma quantidade significativa de votos no município; podemos citar Raimundinho da JR, que teve 579 votos, mas ninguém sabe quem realmente o apoiou.</p>
<p>Como as eleições para deputados estão se aproximando, devemos nos questionar: quem desses deputados mais votados em Itarantim realmente contribuiu para o desenvolvimento da cidade? Essa resposta deve vir do cidadão itarantiense, que precisa ter consciência na hora de votar, especialmente em relação aos deputados que realmente contribuíram e aqueles que não fizeram nada.</p>
<p>Por serem da base do prefeito, é quase uma obrigação dos deputados trazerem emendas e iniciativas de políticas e desenvolvimento para o município; esse é o caso dos deputados Rosemberg Pinto e Otto Filho. No entanto, isso não diminui a responsabilidade dos deputados votados pela oposição em trazer emendas e indicações de projetos. Até agora, pelo que sabemos, não vimos resultados concretos desses deputados da oposição como Neto Carletto e Thiago Correia. Se alguém tiver informações sobre alguma emenda ou projeto que eles trouxeram para o município, por favor, nos corrija na coluna.</p>
<p>Não devemos esquecer que o deputado Rosemberg Pinto é votado no município há muito tempo. Há rumores de que em um determinado período não muito distante algumas obras foram embargadas por ele. Contudo, agora ele está da base do governo e tem se articulado junto ao prefeito Fábio Gusmão para trazer algumas obras para o município; de fato, algumas chegaram através de muitas indicações que supostamente vieram dele.</p>
<p>Além disso, não podemos esquecer que esses deputados da oposição foram apoiados pelo ex-candidato a prefeito Eduardo Almeida e pelo ex-presidente da Câmara Zeza Gigante. Esses dois têm a missão de cobrar recursos para o município dentro de suas obrigações e contatos com os deputados.</p>
<p>Por fim, vamos aguardar 2026; as eleições estão batendo à porta e com certeza eles irão bater nas suas casas&#8230;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>A Coluna &#8220;Fogo no Parquinho&#8221; traz a nomeação do bispo e o desafio que ele terá que combater das práticas de corrupção de muitos padres</title>
		<link>https://www.cronicasdeitarantim.com.br/v1/2025/02/14/a-coluna-fogo-no-parquinho-traz-a-nomeacao-do-bispo-e-o-desafio-que-ele-tera-que-combater-das-praticas-de-corrupcao-de-muitos-padres/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Joabes Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Feb 2025 22:20:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Blog do J Rodrigues]]></category>
		<category><![CDATA[Coluna]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas de Itarantim]]></category>
		<category><![CDATA[Fogo no parquinho]]></category>
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					<description><![CDATA[A coluna &#8220;Fogo no Parquinho&#8221; desta sexta-feira, 14 de fevereiro, traz informações sobre a nomeação do novo arcebispo da Arquidiocese de Vitória da Conquista, Dom Vitor. O novo arcebispo enfrentará diversos desafios, incluindo questões internas na própria estrutura da igreja particular de Vitória da Conquista. Um dos principais desafios envolve a conduta de alguns padres e as pequenas corrupções que ocorrem nas paróquias, as quais são frequentemente praticadas por alguns membros do clero. Os paroquianos, muitas vezes, sentem medo de abordar esses assuntos devido a possíveis retaliações. Há uma percepção entre alguns religiosos de que o que ocorre dentro da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A coluna &#8220;Fogo no Parquinho&#8221; desta sexta-feira, 14 de fevereiro, traz informações sobre a nomeação do novo arcebispo da Arquidiocese de Vitória da Conquista, Dom Vitor. O novo arcebispo enfrentará diversos desafios, incluindo questões internas na própria estrutura da igreja particular de Vitória da Conquista.</p>
<p>Um dos principais desafios envolve a conduta de alguns padres e as pequenas corrupções que ocorrem nas paróquias, as quais são frequentemente praticadas por alguns membros do clero. Os paroquianos, muitas vezes, sentem medo de abordar esses assuntos devido a possíveis retaliações.</p>
<p>Há uma percepção entre alguns religiosos de que o que ocorre dentro da igreja não é questão pública. Discordo dessa visão. O dízimo, por exemplo, é uma contribuição de pessoas trabalhadoras que doam parte de seus esforços para a igreja. Quando esse dinheiro é desviado para fins pessoais ou outras funções, isso se torna um problema sério que, infelizmente, muitos têm receio de discutir. Isso gera um problema social afetando pessoas e acaba se tornando público.</p>
<p>Em algumas paróquias, há relatos de notas frias e compras exorbitantes que não têm justificativa. Chegamos a saber de uma paróquia que adquiriu gasolina suficiente para dar várias voltas pelo Brasil, mesmo sem registros que indiquem deslocamentos fora da sua região.</p>
<p>Notas frias em postos de combustível são uma prática comum e preocupante. Como lidar com aqueles que se acostumaram a corromper até mesmo funcionários dos postos para obter essas notas? Isso é crime e é surpreendente quando vem de uma instituição religiosa que prega valores como esperança e honestidade.</p>
<p>É como diz o ditado: &#8220;Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço.&#8221; Essa realidade se aplica a muitos religiosos dentro da nossa Arquidiocese. O principal desafio para Dom Vitor será realizar uma limpeza nas paróquias, rever questões relacionadas a certos padres e, mais importante ainda, reavaliar a formação dos futuros religiosos nos seminários.</p>
<p>A Coluna &#8220;Fogo no Parquinho&#8221; adentra um espaço muitas vezes negligenciado: os ambientes religiosos que frequentemente cometem pequenas corrupções que podem passar despercebidas. Ou talvez não sejam tão despercebidas; pode ser apenas o medo das pessoas em abordar o tema ou denunciar.</p>
<p>Desejamos muita luz a Dom Vitor em sua missão, ele vai precisar! E seguimos na esperança do evangelho de uma igreja em saída e popular!</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Mais uma coluna &#8220;Fogo no Parquinho&#8221; que lembra políticos que estão julgados e esquecidos pela memória do povo</title>
		<link>https://www.cronicasdeitarantim.com.br/v1/2025/02/07/mais-uma-coluna-fogo-no-parquinho-que-lembra-politicos-que-estao-julgados-e-esquecidos-pela-memoria-do-povo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Joabes Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Feb 2025 20:41:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Há um dito popular que diz: &#8220;a história castiga e coloca algumas pessoas no ostracismo&#8221;. Esse ditado é muito pertinente quando o assunto é política e políticos que ocuparam cargos públicos. Após deixarem o poder, muitos caem no esquecimento da memória do povo, sendo lembrados apenas por meio de notas policiais ou investigações da justiça. Na nossa região, temos um retrato claro dessa situação. No último final de semana, o ex-prefeito de Itarantim, Paulo Construção, se envolveu em uma confusão ao intervir na situação de uma mulher que estava sendo agredida pelo companheiro. Paulo chegou a levar um soco no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há um dito popular que diz: &#8220;a história castiga e coloca algumas pessoas no ostracismo&#8221;. Esse ditado é muito pertinente quando o assunto é política e políticos que ocuparam cargos públicos. Após deixarem o poder, muitos caem no esquecimento da memória do povo, sendo lembrados apenas por meio de notas policiais ou investigações da justiça.</p>
<p>Na nossa região, temos um retrato claro dessa situação. No último final de semana, o ex-prefeito de Itarantim, Paulo Construção, se envolveu em uma confusão ao intervir na situação de uma mulher que estava sendo agredida pelo companheiro. Paulo chegou a levar um soco no rosto antes de rolar pelo chão com o agressor, que foi detido pela polícia e preso.</p>
<p>Paulo é um desses políticos que caiu no esquecimento da população; ou seja, ele caiu no ostracismo. Quando se fala dele, é geralmente por conta de situações envolvendo a polícia ou por causa das contas que foram diversas vezes rejeitadas pela justiça, tornando-o inelegível pela câmara de vereadores de Itarantim. Hoje, Paulo é um político que não pode concorrer a cargos públicos por um determinado período.</p>
<p>Além de Paulo, há outros políticos na cidade que também já caíram nesse ostracismo e muitos que recentemente foram candidatos e, pelo que se tem visto em seus posicionamentos, também podem cair no esquecimento.</p>
<p>Mas vamos além de Itarantim; outros políticos da região também caíram no esquecimento político. Na cidade de Maiquinique, a ex-prefeita Menininha, que foi gestora e quase foi presa pela Polícia Federal por corrupção, hoje é lembrada apenas pelos escândalos relacionados a sua administração. Ela é considerada uma das piores gestoras, e seu nome raramente é mencionado.</p>
<p>Em Macarani, o ex-prefeito Carlinhos tentou voltar na última eleição, mas foi derrotado. Sua gestão foi marcada por erros significativos, e as pessoas preferem não lembrar dele. Na cidade de Potiraguá, Luiz Soares também desapareceu do cenário político após um único mandato problemático.</p>
<p>A pergunta que fica é: por que esses políticos caíram no esquecimento da população e no ostracismo da história? A resposta é simples: ao consultar a população dessas cidades ou ao analisar as decisões tomadas durante suas gestões, fica evidente que esses ex-prefeitos não têm mais o respeito da comunidade.</p>
<p>A situação do ex-prefeito Paulo Construção sendo agredido ilustra bem isso; embora ele estivesse certo ao tentar defender uma mulher agredida, a maneira como algumas pessoas se dirigiram a ele mostra que a história realmente castiga aqueles que já estiveram no poder. Suas notícias agora são apenas policiais.</p>
<p>Muitas vezes, para ser considerado inelegível não basta enfrentar processos legais; trata-se também de ser esquecido na memória do povo. Todos esses ex-prefeitos condenados pela história têm em comum o fato de terem sido rejeitados pelo povo devido a péssimas administrações ou desvio de dinheiro público.</p>
<p>Um alerta aos atuais políticos: tenham cuidado! A história não perdoa e vocês podem ser mais uma vítima da memória popular. A memória do povo é soberana para condenar e promover o ostracismo.</p>
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