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	<title>Exercito &#8211; CRÔNICAS DE ITARANTIM \\ Noticias da Região!</title>
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		<title>Escândalo no Exército: Militares envolvidos no furto de metralhadoras expõem falhas na segurança e controle de armamentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joabes Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Oct 2023 19:39:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Exército conseguiu identificar três militares supostamente envolvidos no furto de 21 metralhadoras pertencentes ao acervo do Arsenal de Guerra de São Paulo, como informou o portal Metro1. A instituição apura se os oficiais foram cooptados por organizações criminosas para colaborar na saída de armamentos do quartel de Barueri, na Região Metropolitana de São Paulo. Ao ser questionada sobre a identidade dos três militares, o Exército optou por não divulgar detalhes, já que a investigação do esquema corre em sigilo. No entanto, segundo o jornal Folha de S.Paulo, militares que trabalhavam no feriado estão entre os principais suspeitos da investigação. Também foi [&#8230;]]]></description>
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<h4>O Exército conseguiu identificar três militares supostamente envolvidos no furto de 21 metralhadoras pertencentes ao acervo do Arsenal de Guerra de São Paulo, como informou o portal Metro1. A instituição apura se os oficiais foram cooptados por organizações criminosas para colaborar na saída de armamentos do quartel de Barueri, na Região Metropolitana de São Paulo.</h4>
<h4>Ao ser questionada sobre a identidade dos três militares, o Exército optou por não divulgar detalhes, já que a investigação do esquema corre em sigilo. No entanto, segundo o jornal Folha de S.Paulo, militares que trabalhavam no feriado estão entre os principais suspeitos da investigação.</h4>
<h4>Também foi afirmado que o Exército tem intenção de punir os responsáveis pelo controle do armamento, que só alertaram sobre o furto um mês após o crime ter sido consumado. Ao todo, foram furtadas 13 metralhadoras de calibre ponto 50  e oito de calibre 7,62.</h4>
<h4>Até o momento, a suspeita é que as armas de fogo tenham sido tiradas do quartel pelos criminosos durante o feriado do Dia da Independência, 7 de setembro, quando a unidade operava com menos oficiais, contando com o apoio apenas de plantonistas.</h4>
<h4>O furto das metralhadoras do Arsenal de Guerra de São Paulo é um episódio preocupante que levanta questões sobre a segurança e controle de armamentos nas instituições militares. A possível participação de militares nesse crime evidencia a necessidade de uma investigação rigorosa e punição adequada para os envolvidos. Além disso, a demora na detecção do furto é um fator alarmante que requer uma revisão dos procedimentos de controle e monitoramento do armamento. É fundamental que as autoridades competentes ajam de forma transparente e eficiente para garantir a segurança da sociedade e a integridade das instituições militares.</h4>
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		<title>Armas furtadas em SP foram oferecidas ao CV por até R$ 180 mil cada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joabes Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Oct 2023 01:57:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Exercito]]></category>
		<category><![CDATA[facção]]></category>
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					<description><![CDATA[Parte das armas furtadas do Arsenal do Exército em Barueri, na região metropolitana de São Paulo, teriam sido oferecidas ao Comando Vermelho, a maior facção criminosa do Rio de Janeiro, como informou o portal Metrópoles. De acordo com informações, a Polícia Civil do Rio encaminhou um vídeo para o Exército com a imagem de quatro metralhadoras. As imagens foram incluídas no Inquérito Policial Militar que apura o desvio do armamento. A oferta das armas teria sido feita ao traficante William de Souza Guedes, o Corolla, criminoso que, atualmente, comanda o Complexo de Manguinhos, na Zona Norte do Rio e é um dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>Parte das armas furtadas do Arsenal do Exército em Barueri, na região metropolitana de São Paulo, teriam sido oferecidas ao Comando Vermelho, a maior facção criminosa do Rio de Janeiro, como informou o portal Metrópoles.</h4>
<h4 data-gtm-vis-recent-on-screen104869357_94="147383" data-gtm-vis-first-on-screen104869357_94="147383" data-gtm-vis-total-visible-time104869357_94="100" data-gtm-vis-has-fired104869357_94="1">De acordo com informações, a Polícia Civil do Rio encaminhou um vídeo para o Exército com a imagem de quatro metralhadoras. As imagens foram incluídas no Inquérito Policial Militar que apura o desvio do armamento.</h4>
<h4>A oferta das armas teria sido feita ao traficante William de Souza Guedes, o Corolla, criminoso que, atualmente, comanda o Complexo de Manguinhos, na Zona Norte do Rio e é um dos homens de confiança dos chefes da facção Comando Vermelho.</h4>
<h4>Ao receber a ligação, Corolla entrou em contato com Wilton Carlos Rabelho Quintanilha, o Abelha, apontado pela polícia como o maior chefe do Comando Vermelho em liberdade. A polícia ainda apura se o negócio foi fechado ou se não passou apenas de uma oferta à facção.</h4>
<h4>A reportagem afirma que o caso ocorreu há pouco mais de um mês, após o feriado de 7 de setembro, segundo a investigação. O grupo que furtou as metralhadoras pediu R$ 180 mil por cada metralhadora calibre .50.</h4>
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<h4>Esse tipo de armamento, que pesa em média 4,5 quilos cada. é capaz de derrubar helicópteros e aviões sem blindagem e atingir alvos a uma distância de até 2 quilômetros, de acordo com o especialista em segurança pública Bruno Langeani, gerente do Instituto Sou da Paz.</h4>
<h4>Além das 13 metralhadoras .50, 8 de calibre 7,62 foram roubadas em Barueri na última quarta-feira (11/10).</h4>
<h4 id="taboola-mid-article-reco-reel">Desde então, cerca de 480 militares eram mantidos no quartel para a apuração do caso. Com o avanço da investigação interna, 320 militares foram liberados nessa terça-feira (17/10), uma semana após o desvio das armas.</h4>
<h4>Segundo o CMSE, a situação agora passou de “estado de prontidão” para “sobreaviso”. “O que significa uma redução do efetivo da tropa aquartelada”, afirma o comunicado do Exército. “A investigação segue em curso e está sob sigilo”, diz a nota do Comando Militar.</h4>
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