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	<title>Conflito &#8211; CRÔNICAS DE ITARANTIM \\ Noticias da Região!</title>
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	<title>Conflito &#8211; CRÔNICAS DE ITARANTIM \\ Noticias da Região!</title>
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		<title>Confirmado, tiro que matou indígena Nega Pataxó saiu da arma de filho de fazendeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joabes Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jan 2024 11:56:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
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					<description><![CDATA[O tiro que matou a indígena a indígena pataxó–hã-hã-hãe Maria de Fátima Muniz (Nega Pataxó) no último domingo (21) saiu mesmo da arma do filho de um fazendeiro de Itapetinga, que foi identificado pelo nome de José Eugênio Fernandes. A perícia de microcomparação balística constatou que o tiro que matou a líder indígena saiu mesmo da arma do jovem fazendeiro que tem apenas 20 anos de idade e está preso à disposição da justiça. O crime agora está sob a responsabilidade da Polícia Federal, já que o envolvimento com comunidades indígenas é crime federal. Ainda seguindo com informações, a polícia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>O tiro que matou a indígena a indígena pataxó–hã-hã-hãe Maria de Fátima Muniz (Nega Pataxó) no último domingo (21) saiu mesmo da arma do filho de um fazendeiro de Itapetinga, que foi identificado pelo nome de José Eugênio Fernandes. A perícia de microcomparação balística constatou que o tiro que matou a líder indígena saiu mesmo da arma do jovem fazendeiro que tem apenas 20 anos de idade e está preso à disposição da justiça.</h4>
<h4>O crime agora está sob a responsabilidade da Polícia Federal, já que o envolvimento com comunidades indígenas é crime federal. Ainda seguindo com informações, a polícia está analisando várias imagens dos envolvidos na ação intitulada de &#8220;invasão Zero&#8221;, inclusive nas imagens pôde ser visto o prefeito da cidade de Itambé, ele alegou a um site que estava apenas de passagens no local.</h4>
<h4>Outras pessoas também estão sendo monitoradas através de redes sociais e grupos de WhatsApp que realizaram a convocação dos fazendeiros para o ato.</h4>
<h4>Nesta terça-feira (23), o presidente Lula (PT) prometeu uma resposta federal ao conflito no estado. “Quero colocar o governo federal à disposição do Jerônimo (Rodrigues, governador da Bahia) e dos povos indígenas para encontrar uma solução de forma pacífica”, disse em entrevista à Rádio Metrópole.</h4>
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		<title>Região: Conflito intensifica em fazenda ocupada por indígenas com troca de tiros e pessoas feridas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joabes Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jan 2024 18:19:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas de Itarantim]]></category>
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					<description><![CDATA[O conflito se intensificou numa fazenda que foi ocupada neste sábado (20) na região de Potiraguá. De acordo com informações, uma troca de tiros entre indígenas e fazendeiros foi registrada, sendo que três pessoas foram baleadas e levadas ao hospital da cidade de Potiraguá para atendimento, como mostra fotos abaixo das pessoas caídas. Informações dão conta que os fazendeiros ao chegarem no local foram recebidos a bala pelos indígenas. Atualizado as 17 horas: Segundo informações, uma indígena que foi identificada pelo nome de “Nega Pataxó” não resistiu aos tiros e morreu no hospital de Potiraguá. Informações passadas pela polícia dão [&#8230;]]]></description>
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<h4>O conflito se intensificou numa fazenda que foi ocupada neste sábado (20) na região de Potiraguá. De acordo com informações, uma troca de tiros entre indígenas e fazendeiros foi registrada, sendo que três pessoas foram baleadas e levadas ao hospital da cidade de Potiraguá para atendimento, como mostra fotos abaixo das pessoas caídas. Informações dão conta que os fazendeiros ao chegarem no local foram recebidos a bala pelos indígenas.</h4>
<h4>Atualizado as 17 horas:</h4>
<h4>Segundo informações, uma indígena que foi identificada pelo nome de “Nega Pataxó” não resistiu aos tiros e morreu no hospital de Potiraguá.</h4>
<h4>Informações passadas pela polícia dão conta que um fazendeiro de Itapetinga foi detido em flagrante e  levado para o complexo policial. Ainda de acordo com informações, alguns fazendeiros saíram feridos e fizeram boletim de ocorrência na delegacia.</h4>
<h4><a href="https://www.cronicasdeitarantim.com.br/v1/wp-content/uploads/2024/01/420660616_1851587635258476_1966577481822438336_n.jpg"><img decoding="async" loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-161171" src="https://www.cronicasdeitarantim.com.br/v1/wp-content/uploads/2024/01/420660616_1851587635258476_1966577481822438336_n.jpg" alt="" width="526" height="576" srcset="https://www.cronicasdeitarantim.com.br/v1/wp-content/uploads/2024/01/420660616_1851587635258476_1966577481822438336_n.jpg 526w, https://www.cronicasdeitarantim.com.br/v1/wp-content/uploads/2024/01/420660616_1851587635258476_1966577481822438336_n-274x300.jpg 274w, https://www.cronicasdeitarantim.com.br/v1/wp-content/uploads/2024/01/420660616_1851587635258476_1966577481822438336_n-400x438.jpg 400w" sizes="(max-width: 526px) 100vw, 526px" /></a></h4>
<h4>Fotos Gasinho Dias G4TV G4drones que foram registradas, mostram carros incendiados na localidade do conflito.</h4>
<h4>Mais informações a qualquer momento&#8230;</h4>
<p>Foto em destaque: Gasinho Dias G4TV</p>
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		<title>Conflito: Venezuela realiza consulta à população neste domingo para anexar território da Guiana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joabes Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Dec 2023 19:38:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[América do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas de Itarantim]]></category>
		<category><![CDATA[Guiana]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[A Venezuela realizou uma consulta neste domingo (03) para determinar se uma parte do território da Guiana será anexada ao território venezuelano. Essa situação tem gerado preocupação nos países da América do Sul. A região em questão é Essequibo, que representa 75% dos 215 mil quilômetros quadrados do território guianense e é reivindicada pela Venezuela desde o século XIX. O presidente da Guiana anunciou a instalação de uma base militar na região e solicitou apoio internacional. O presidente Lula, que está no Oriente Médio, enfatizou a importância do bom senso entre os dois países e destacou que a América do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>A Venezuela realizou uma consulta neste domingo (03) para determinar se uma parte do território da Guiana será anexada ao território venezuelano. Essa situação tem gerado preocupação nos países da América do Sul.</h4>
<h4>A região em questão é Essequibo, que representa 75% dos 215 mil quilômetros quadrados do território guianense e é reivindicada pela Venezuela desde o século XIX. O presidente da Guiana anunciou a instalação de uma base militar na região e solicitou apoio internacional.</h4>
<h4>O presidente Lula, que está no Oriente Médio, enfatizou a importância do bom senso entre os dois países e destacou que a América do Sul não precisa de conflitos neste momento.</h4>
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		<title>Com demora para julgamento do Marco Temporal, conflito se acirra entre indígenas e fazendeiros na Bahia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joabes Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Sep 2022 02:56:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito]]></category>
		<category><![CDATA[Marco temporal]]></category>
		<category><![CDATA[Povos tradicionais]]></category>
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					<description><![CDATA[Gustavo Conceição da Silva nasceu em 2008, na Terra Indígena de Comexatibá, no extremo-sul da Bahia. O menino, indígena pataxó, cresceu na área entre fazendas, plantações de manga e praias. Não sabia que um julgamento feito em 2009, logo após seu nascimento, mais tarde interferiria na própria vida — tirada no último dia 4. O julgamento da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima, foi parar no Supremo Tribunal Federal por causa de conflitos entre indígenas e arrozeiros. Os ministros do STF decidiram que a terra pertencia aos indígenas, uma vez que já estavam lá quando foi promulgada a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Gustavo Conceição da Silva nasceu em 2008, na Terra Indígena de Comexatibá, no extremo-sul da Bahia. O menino, indígena pataxó, cresceu na área entre fazendas, plantações de manga e praias. Não sabia que um julgamento feito em 2009, logo após seu nascimento, mais tarde interferiria na própria vida — tirada no último dia 4.</p>
<p>O julgamento da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima, foi parar no Supremo Tribunal Federal por causa de conflitos entre indígenas e arrozeiros. Os ministros do STF decidiram que a terra pertencia aos indígenas, uma vez que já estavam lá quando foi promulgada a Constituição Federal. Recentemente, o período passou a ser chamado de “Marco Temporal”.</p>
<p>Foi apenas em 2019, quando Gustavo já tinha 11 anos, que o assunto do Marco Temporal voltou à tona, assombrando todas as terras indígenas em fase de homologação. Mesmo com a demarcação publicada no Diário Oficial, as TIs [Terras Indígenas] de Comexatibá e Barra Velha, no extremo-sul do estado, tiveram seus processos suspensos para aguardar um novo julgamento do STF.</p>
<p>“Com a demora e a morosidade do estado brasileiro de demarcar a terra indígena, as comunidades vêm fazendo as retomadas — aqui na TI de Comexatibá são 28 mil hectares, em Barra Velha são 52 mil hectares, e nós somos um povo só”, conta um dos parentes de Gustavo, que preferiu não se identificar. Junto a ele, o adolescente escreveu um cartaz que dizia: “Demarcação Já!”.</p>
<p>As retomadas são a ocupação das áreas demarcadas por conta própria dos indígenas. A primeira feita pela TI de Comexatibá aconteceu em junho, na Fazenda Santa Bárbara, na cidade do Prado. Um mês depois, começaram as retaliações. No último dia 4, homens em três carros cercaram a ocupação e atiraram às cegas. Gustavo acordou e começou a correr pela plantação de manga, quando foi atingido pelos tiros. Aos 14 anos, morreu. O sonho de ser médico deixado para trás.</p>
<p>Até o momento, os Pataxós do extremo-sul da Bahia organizaram cinco retomadas em territórios demarcados. “Tem uns 2 meses em que a pistolagem se acirrou muito e as comunidades do extremo- -sul da Bahia estão em constantes ataques. Vários grileiros e supostos fazendeiros se uniram para fazer essa contratação de pistoleiros ”, diz Rutian Pataxó, Secretária Geral do Mupoiba.</p>
<h3>Pistolagem e massacre de indígenas</h3>
<p>O Movimento Unido dos Povos e Organizações Indígenas da Bahia (Mupoiba) recebeu em junho vídeos, gravados pelos “pistoleiros”, em que eles falavam sobre “fazer o que estão fazendo no Mato Grosso”. Nas redes sociais, o vídeo que circulou mostra caminhonetes em comboio numa estrada de terra. “Todos os proprietários rurais se juntando para tirar da Fazenda Brasília os falsos índios, que não são índios.”, diz o homem que gravou o vídeo.</p>
<p>No dia 25 de junho, no Mato Grosso do Sul, aconteceu o que ficou conhecido como o Massacre de Gwapoy. A repressão de policiais militares à retomada deixou pelo menos um morto e 10 feridos.</p>
<p>Na noite da última segunda-feira, pistoleiros invadiram a TI Barra Velha, em um novo ataque à comunidade de Aldeia Nova. A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) alertou que houve outro cerco armado. Vídeos divulgados nas redes sociais mostram mulheres e crianças fugindo para a mata.</p>
<p>Procurado, o Ministério Público Federal afirmou que está apurando os conflitos fundiários e os atos de violência praticados contra comunidade indígena. Os indígenas reclamam da falta de presença dos órgãos públicos no local. Fonte da informação: Metro1.</p>
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		<title>Cacique Babau nega envolvimento em conflito com morte no sul da Bahia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joabes Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 21:40:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito]]></category>
		<category><![CDATA[Terras]]></category>
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					<description><![CDATA[Os indígenas da Aldeia Tupinambá da Serra do Padeiro, localizada em Olivença, no sul da Bahia, negam envolvimento com o conflito que deixou um morto na região entre as noites de quinta (7) e sexta-feira (8). Um ataque a tiros resultou na morte de um jovem de 21 anos, em Una, cidade vizinha ao distrito de Olivença, que fica em Ilhéus. O caso aconteceu em uma área conhecida como Alojamento 4, em um antigo conjunto de fazendas conhecido como Unacafé. Segundo as lideranças, a antiga Unacau abrange uma extensa área de terras, sendo em maioria ocupada por posseiros, enquanto uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="styles__Body-sc-1ffquwr-7 ePhtZb">
<p>Os indígenas da Aldeia Tupinambá da Serra do Padeiro, localizada em Olivença, no sul da Bahia, negam envolvimento com o conflito que deixou um morto na região entre as noites de quinta (7) e sexta-feira (8).</p>
<p>Um ataque a tiros resultou na morte de um jovem de 21 anos, em Una, cidade vizinha ao distrito de Olivença, que fica em Ilhéus. O caso aconteceu em uma área conhecida como Alojamento 4, em um antigo conjunto de fazendas conhecido como Unacafé. Segundo as lideranças, a antiga Unacau abrange uma extensa área de terras, sendo em maioria ocupada por posseiros, enquanto uma parte fica dentro da terra indígena.</p>
<p>De acordo com o cacique Rosilvado Ferreira da Silva, conhecido como Babau, o alojamento ocupado por famílias de posseiros é localizado a cerca de 8 quilômetros da aldeia.</p>
<p>Em áudios compartilhados em aplicativo de mensagens, entretanto, chegam a afirmar que Babau estaria envolvido com a morte do jovem de 21 anos. &#8220;O bicho pegou na Unacafé. Na noite de ontem, o grupo de Babau atacou o pessoal do assentamento da Unacafé e plantou o terror. Mataram um, rancaram o braço de outro&#8230;&#8221;, dizem. A notícia foi repercutida em veículos locais.</p>
<p>Procurado pelo Metro1, o cacique rechaçou as declarações e citou diversas ocasiões em que foi acusado injustamente de crimes que não cometeu. &#8220;Eu posso provar que tava em casa. Tive um estudante da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia aqui em casa fazendo uma tese, e estava aqui no dia 7, saiu no outro dia 8h da manhã&#8221;, diz.</p>
<p>Em nota oficial, compartilhada com entidades, o indígena afirma ainda que nunca existiram conflitos entre indígenas da comunidade e os integrantes desses acampamentos.</p>
<p>&#8220;Acredito que essas recentes acusações e inverdades da mídia têm o intuito de incentivar à violência e as ameaças contra nossa comunidade e suas lideranças, buscando também desacreditar nosso povo face à opinião pública. Afirmo e repito que não houve a minha participação, assim como a de nenhum membro da aldeia nesses acontecimentos&#8221;.</p>
<p>Segundo lideranças do Movimento de Luta pela Terra (MLT), o local foi invadido por cerca de 70 homens armados. A investigação aponta que pode ter sido uma disputa por terras que provocou o ataque.</p>
<p>O caso é investigado atualmente pela Polícia Federal, e pela Polícia Civil, uma vez que pode haver o envolvimento de indígenas. Fonte Metro1.</p>
</div>
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