A coluna ‘Fogo no Parquinho’ desta sexta-feira mostra que teve água no chop do prefeito que iria comemorar a reforma do mercado

A coluna “Fogo do Parquinho” desta sexta-feira, 13, traz algumas informações sobre os festejos da cidade que começaram ontem, quinta-feira, 12 de junho, Dia dos Namorados, na Praça Luiz Viana Filho. A festa teve a participação do cantor Peu do Acordeon, mas o artista que inicialmente estava programado para se apresentar não era ele. O evento seria uma celebração da reforma do Mercado Municipal, segundo nossas fontes.
Como todos sabem, parte do teto do mercado municipal desabou, e a inauguração prevista para essa data precisou ser adiada. Isso resultou no cancelamento da apresentação de um cantor de renome nacional.
Quem esteve na praça Luiz Viana Filho viu o espaço praticamente vazio. Além disso, a ornamentação deixou a deseja escondendo o espaço do palco do cantor, para quem fica no espaço da praça não consegue enxergar nada.
Parece que as festas de aniversário da cidade não estão conseguindo empolgar. Na última sessão, o vereador presidente da Câmara, Dudu Tutas, fez críticas sobre algumas atrações programadas na festa, especialmente de segunda-feira, afirmando que isso poderia impedir a presença de muitos cidadãos na festa. Dudu foi enfático ao sugerir que a agenda poderia incluir outros cantores de nomes para se apresentar nos dias de finais de semana.
Enfim, parece que algumas coisas não estão dando certo neste segundo mandato do governo Fábio Gusmão. Uma estrutura de mercado em reforma por mais de três anos desabou; o prefeito enfrentou uma derrota na justiça e terá que pagar o piso salarial dos professores em uma ação movida pela APLB; e parece que a festa, considerada o carro-chefe do governo neste segundo mandato, não está empolgando ninguém.
Ah, quase me esqueço: mais uma vez o governo irá comemorar o aniversário da cidade sem entregar nenhuma obra importante para o município. Ao menos as que estão com placas não.
Fica a pergunta: é queda ou ruína? Ou seria apenas um efeito do segundo mandato de um governo eleito com expressiva votação que se acomodou?